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Como investir dinheiro? [Guia completo]

Como investir dinheiro? [Guia completo]

Para muita gente, o universo dos investimentos parece complicado e distante. Leia este post e mude de ideia!

Os ditados populares são passados de geração em geração porque trazem lições atemporais e universais. Veja este aqui: “Dinheiro parado não dá juros”. Já ouviu?

O significado é simples: se você sabe como investir dinheiro — e não apenas guardá-lo —, verá a quantia aumentar cada vez mais.

Existe uma enorme diferença entre poupar e aplicar o seu dinheiro. Sabe aquela história de que “dinheiro tem asas”? Pois é.

Mesmo tendo uma reserva, se você não aplica esse valor, é mais fácil se deixar levar e acabar assaltando o cofrinho. Além disso, dinheiro parado sofre o efeito da inflação e pode perder bastante valor.

Não entende nada disso? Quer conhecer algumas formas de ganhar dinheiro e fazê-lo render?

Então, acompanhe este guia e tire todas as suas dúvidas sobre investimentos!

Por que você deve investir seu dinheiro?

Se você tem uma reserva de emergência e consegue poupar um pouco por mês, parabéns! Já está no caminho certo.

A economia de dinheiro é, de fato, um elemento essencial da gestão financeira. No entanto, vamos um pouco além: que tal ver sua reserva render frutos?

Para que você entenda melhor a diferença entre poupar e investir, vamos ver outro ditado popular: “Quem come e guarda, põe a mesa duas vezes”. Parece bom, não é?

Você faz um pequeno sacrifício em uma refeição, deixando um pouco para mais tarde. Com isso, consegue ter outra refeição.

Mas e se esse primeiro esforço fosse revertido em não apenas mais uma, mas várias outras refeições?

É disso que se trata o investimento. Afinal, manter uma quantia guardada, sem aplicação, é uma desvalorização do seu esforço, já que não há correção significativa em cima disso.

Investimentos e rentabilidade

Se você vive no planeta Terra, deve ter pelo menos ouvido falar na Bettina e em seu milhão. Sim, a jovem da propaganda da Empiricus deu o que falar e virou até meme.

E não por menos: de acordo com ela, o feito de se tornar milionária com um investimento pequeno seria possível para qualquer um. A afirmação gerou um rebuliço na internet.

Será que investir é mesmo tão rentável? Sim e não. O caso da Bettina é muito particular e traz milhões de discussões que não são assunto para este artigo. Mas, sim, dá para ter ótimos retornos se você souber como investir seu dinheiro.

Não é à toa que a cultura de investimentos cresce a cada dia. Na bolsa brasileira, o número de investidores bateu recorde em 2019, chegando a mais de 1 milhão de pessoas físicas cadastradas.

Para que fique mais claro para você, vamos a um exemplo. Recentemente, a taxa de títulos prefixados do Tesouro Direto — uma das possibilidades de investimento em renda fixa — chegou a 6,58% ao ano.

Isso quer dizer que, se você aplicasse R$ 10 mil na metade deste ano, com aporte mensal de R$ 150, conseguiria recuperar cerca de R$ 16,6 mil em janeiro de 2022: um lucro de quase R$ 4 mil em menos de 2 anos. Bem melhor do que deixar o dinheiro guardado, não é?

Para chegar a esse resultado, basta usar o Simulador do Tesouro Direto.

Ah, uma observação: como esse exemplo é um investimento de renda fixa, isto é, cuja margem de lucro é previsível — o que oferece menos riscos —, a rentabilidade é mais estável e contida.

Por outro lado, quem parte para os investimentos de renda variável pode ter lucros muito mais significativos. No entanto, os riscos também são mais relevantes.

Tudo isso deve ser ponderado de acordo com os seus objetivos e com o seu perfil de investidor. Vamos entender melhor!

Quais são os seus objetivos com o investimento?

Ninguém poupa ou investe dinheiro sem estipular metas: acumular patrimônio, fazer uma viagem, pagar a faculdade dos filhos etc.

Conhecê-las e, principalmente, entender se são de curto, médio ou longo prazo é muito importante para dar passos mais direcionados em relação ao investimento. Veja!

Objetivos de curto prazo

Os objetivos de curto prazo são aqueles que serão concluídos nos próximos meses ou em até 3 anos. Alguns exemplos são:

  • uma viagem nas próximas férias;
  • uma grande festa de aniversário;
  • uma reforma na casa, entre outros.

Quem precisa recuperar o dinheiro em um prazo mais curto costuma fazer investimentos com alta liquidez e baixos riscos.

Uma aplicação com boa liquidez é aquela que tem mais facilidade de ser resgatada, ou seja, convertida em dinheiro. É o caso do Tesouro Selic — ao fazer o pedido de resgate, o valor cai na sua conta em um dia útil.

Já investimentos com baixa liquidez são aqueles que, mesmo que deem um ótimo retorno, são menos ágeis nessa conversão. Esse é o caso dos imóveis, por exemplo: comprar uma casa para revendê-la quando houver valorização pode significar alguns anos até conseguir encontrar um comprador.

Se você precisa do dinheiro em pouco tempo, também não vai se arriscar muito. Afinal, uma queda brusca nas taxas do mercado pode frustrar seus planos de viajar ou reformar a casa, pois não haverá tempo hábil para recuperação.

Objetivos de médio prazo

Os objetivos de médio prazo, por sua vez, são alcançados de 3 a 10 anos, aproximadamente. São exemplos:

  • comprar um novo imóvel;
  • juntar o suficiente para a faculdade dos filhos;
  • acumular patrimônio;
  • abrir um negócio familiar para mudar de carreira etc.

São coisas que podem ser construídas com mais calma, que não são tão emergenciais.

Nesses casos, os investimentos podem ser um pouco mais moderados em relação aos riscos. Além disso, a alta liquidez já não é mais um critério fundamental, o que abre mais possibilidades para o investidor.

Objetivos de longo prazo

Se você quer começar a investir pensando lá na frente, como ter uma aposentadoria confortável ou transmitir um patrimônio para seus filhos, os investimentos já podem ser mais arriscados.

Afinal, se uma ação na bolsa despencar, por exemplo, você não tem pressa: dá para esperar um bom tempo antes de recuperar seu capital. Quem sabe o cenário não muda totalmente?

A liquidez também não se mostra tão fundamental, pois não há urgência em recuperar a aplicação. Por isso, se os fundos ficarem comprometidos por vários anos, seus objetivos não serão prejudicados.

Como identificar seu perfil de investidor?

Conhecer seu perfil de investidor também é essencial na receita para um bom investimento.

Aqui, muita coisa entra em jogo: renda mensal, idade, tolerância a riscos, necessidades e muito mais. Veja um pouco sobre cada um!

 

Superconservador: o medroso

Para esse perfil, segurança é a palavra de ordem. Por isso, ele prefere investir sobretudo em opções com baixos riscos e alta liquidez. Com medo de perder seus fundos, pode deixar passar boas oportunidades de lucro por não diversificar nas aplicações.

Conservador: o cauteloso

Esse aqui se arrisca um pouco mais do que o perfil anterior, mas ainda assim vai com muita cautela.

Como não gosta de lidar com riscos, quer evitar surpresas a todo custo. Por isso, também prefere investimentos com lucros mais previsíveis e estáveis.

Moderado: o pé no chão

O moderado é aquele investidor que, embora goste de se arriscar de vez em quando e apostar alto em opções com mais chances de lucro, ainda mantém os pés no chão na maior parte do tempo.

É o perfil que coloca cerca de 60% dos seus fundos em opções conservadoras e 40% em aplicações mais agressivas.

Arrojado: o sangue-frio

Um investidor arrojado tem sangue-frio, por isso, não se assusta com riscos. Ele gosta de manter uma pequena parcela de seus fundos em opções mais seguras e com pouca possibilidade de perda.

No entanto, a maior parte é aplicada em investimentos com grandes chances de retorno, mesmo que isso signifique menos segurança.

Arriscado: o investidor maluco

Extremo oposto do superconservador, o perfil arriscado é o do investidor maluco. Ele leva a sério o pensamento de que, quanto mais arriscado um investimento, mais chances de ficar rico!

Ele não pode ouvir um boato de que tal ação vai subir que aposta todas as fichas. Por isso, muitas vezes se esquece de que é bom ter pelo menos uma reserva mais segura para eventuais necessidades.

Quais são os principais tipos de investimentos?

Se esse universo é totalmente novo para você, pode ser difícil se localizar em meio a tantos termos econômicos.

Por isso, veja um breve resumo dos principais tipos de investimentos.

Investimentos de renda fixa

Os investimentos de renda fixa são mais conservadores, pois apresentam menos riscos. Eles funcionam como um empréstimo da sua aplicação ao emissor de um título — o governo, empresas privadas ou bancos.

A grande característica é que a taxa de rentabilidade é mais previsível, já que ela normalmente é prefixada (por exemplo: 6% de correção ao ano).

Também existem investimentos de renda fixa com taxa pós-fixada, mas mesmo nesses casos ela fica atrelada a algum elemento indexador. O mais comum é que seja baseada na Taxa Selic.

Por isso, não há grandes surpresas nos rendimentos, que sofrem flutuações mais amenas.

São exemplos de investimentos de renda fixa:

  • caderneta de poupança: a famosa poupança, que rende algo entre 4% e 6% ao ano;
  • Tesouro Direto: funciona a partir da compra de títulos públicos federais (como se fosse um empréstimo para o governo brasileiro, em troca de juros;)
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Letras de Câmbio (LC): também funcionam como empréstimos, mas dessa vez em razão de títulos emitidos por bancos e instituições financeiras;
  • debêntures: nesse caso, são dívidas de empresas privadas. O esquema é o mesmo — você “empresta” o dinheiro por meio da compra de um título e recebe lucro em cima de juros;
  • Letras de Crédito isentas do Imposto de Renda (LCI e LCA): respectivamente, são títulos de crédito imobiliário e do agronegócio. A ideia desse tipo de investimento é muito parecida com a dos anteriores, mas com o benefício de isentar o investidor do pagamento de IR sobre os rendimentos.

Investimentos de renda variável

Os investimentos de renda variável, ao contrário dos de renda fixa, não têm taxas prefixadas ou pós-fixadas com base em alguma referência. Nesse caso, o investidor faz as aplicações sem saber ao certo quanto e quando pode ganhar em cima disso.

Apesar de serem um pouco mais arriscados e imprevisíveis, esses investimentos podem trazer rendimentos muito interessantes e maiores do que os de renda fixa.

Para acertar na aplicação, a dica é estudar bastante sobre a saúde do negócio ou do ativo envolvido (possibilidade de crescimento, aceitação do mercado etc.), o cenário político e econômico que influencia o negócio, além de tendências do setor.

Alguns dos tipos são:

  • ações da bolsa de valores: uma ação nada mais é do que a menor fração do capital de uma companhia. O investidor se torna “sócio” do negócio, mesmo que em uma porcentagem muito pequena. Assim, caso a organização cresça e o capital aumente, a ação também sobe de valor e o investidor pode recuperar muito mais do que aplicou;
  • commodities: voltadas para a indústria, as commodities se referem às matérias-primas (agrícolas, minerais, energéticas ou financeiras). O investidor compra uma ação, do mesmo jeito que faz com organizações, mas aqui ele se torna parcialmente dono dessa commodity (que pode se valorizar e ser vendida mais cara posteriormente);
  • Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs): de modo parecido com as ações das empresas, aqui o investidor compra pequenas partes de empreendimentos imobiliários. Em troca, além da valorização das cotas, o investidor também recebe mensalmente frações dos aluguéis desses imóveis;
  • fundos multimercados: nesse caso, o investidor compra os fundos de algum grupo administrador (formado por especialistas), com a característica principal de mesclar as aplicações em vários mercados — mais conservadores e mais arriscados.

Investimentos digitais

Além dos investimentos mais tradicionais, existem opções de aplicações digitais. É o caso de quem consegue ganhar dinheiro com produtos digitais — os chamados infoprodutos —, como cursos online, criação de e-books, desenvolvimento de aplicativos, entre outros.

Nesses casos, você pode ir por dois caminhos:

Pronto para começar? Veja 13 dicas de ouro sobre como investir dinheiro!

Se você gostou de tudo que leu até aqui, mas ainda não sabe como investir dinheiro, fique tranquilo!

Abaixo, preparamos 13 dicas de investimentos fundamentais para quem é marinheiro de primeira viagem.

1. Entenda o “tripé de investimentos”

Já falamos bastante dos componentes do tripé neste guia. Eles são os três fatores que definem um investimento:

  • liquidez: velocidade de conversão do ativo em dinheiro;
  • segurança: nível de risco a que o investidor expõe seu capital;
  • rentabilidade: quantidade de retorno que um investimento pode trazer.

Cada tipo de investimento traz um grau desses componentes. A primeira dica é ponderar muito bem sobre cada um deles antes de começar as aplicações.

2. Conheça termos importantes

Se você buscar no seu navegador agora “como começar a investir”, provavelmente vai se deparar com artigos cheios de termos que parecem muito fora da sua realidade.

Por isso, é legal entender o glossário dos investimentos para não se assustar logo de cara. É mais simples do que parece, veja alguns:

  • ativo: ações ou bônus que uma organização ou um investidor tem (bens de valor);
  • carteira de ativos: conjunto de aplicações — títulos ou ações — que um investidor tem;
  • passivo: tudo que entra na conta da rentabilidade, mas não representa o bem em si, como impostos a pagar;
  • cotação (ou câmbio): é o valor estipulado para um ativo em determinado período;
  • volatilidade: diz respeito às variações na cotação de um ativo;
  • inflação: medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mostra a porcentagem de aumento no preço de bens negociados no país.

3. Estabeleça seus objetivos

Se você entendeu o tripé dos investimentos e já aprendeu alguns termos relacionados a esse universo, está na hora de pensar nas suas aplicações.

Para tanto, comece definindo seus objetivos — lembre-se de que eles são decisivos na hora de optar por aplicações com baixa ou alta liquidez, mais ou menos riscos ou rentabilidade previsível ou imprevisível.

Um exemplo é: “em 1 ano, quero ganhar dinheiro com blog e ter meu próprio negócio digital”. Pensando nisso, vale a pena buscar investimentos mais seguros e até mesmo relacionados ao universo digital.

4. Identifique seu perfil de investidor

Outro ponto decisivo é o seu perfil de investidor. Para descobri-lo, a dica é consultar uma corretora para realizar testes que levem em conta seus objetivos, suas necessidades, sua tolerância aos riscos, entre outras coisas.

5. Estude sobre os tipos de investimentos

Tendo em mãos seus objetivos e seu perfil, já dá para estudar as opções de investimentos que parecem mais adequadas. Os exemplos que colocamos aqui são apenas algumas das possibilidades de renda fixa, variável e digital.

6. Busque uma corretora

Sabia que existem profissionais especializados em ajudar você nos investimentos?

Sim, as corretoras podem ser de grande ajuda, principalmente se você é um investidor de primeira viagem.

Em geral, esses grupos vendem carteiras de ativos prontas para cada perfil, mas também oferecem serviços de consultoria caso você queira personalizar suas aplicações e tomar as decisões sozinho.

7. Faça simulações de investimento

Lá no começo do post, mostramos um exemplo de investimento no Tesouro Direto, lembra?

Pois então: é muito fácil simular investimentos. Você pode contar com corretoras para isso ou usar a internet mesmo.

Alguns sites já mostram os resultados de vários tipos de investimento dispostos lado a lado. Isso é bom para você comparar diferentes rentabilidades com base em um mesmo valor de aplicação inicial e aporte mensal.

8. Defina seu investimento inicial

Agora, é hora de literalmente fazer seu investimento. Defina seu valor de aplicação e mão na massa! Uma dica importante aqui é manter ao menos uma pequena quantia disponível para emergências.

Ou seja, não aplique cada centavo que você tem guardado em investimentos com baixa liquidez.

9. Varie nas aplicações

Essa é uma máxima dos especialistas em investimentos. Aplicações diversificadas são o melhor caminho para correr menos riscos e ter melhores oportunidades.

Afinal, é muito difícil que todos os seus ativos apresentem uma baixa rentabilidade. Com uma carteira diversificada, um título que esteja desvalorizado é compensado por uma ação que está prosperando, por exemplo.

10. Use sua intuição, mas com embasamento

Diante de tudo que vimos até aqui, você já deve ter percebido que muitas coisas entram em jogo, mesmo depois que a aplicação já foi feita: um pouco de sorte, o andamento do mercado, a saúde econômica do país, a prosperidade de um setor etc.

Até os investimentos de renda fixa, que têm lucros bastante previsíveis, sofrem influências externas.

Por isso, o melhor é usar dois ingredientes: intuição e embasamento. Assim, você não vai sair apostando em tudo que parece promissor, assim como também não vai se deixar levar unicamente pelo que dizem os especialistas.

11. Avalie os riscos

A proporção é sempre equivalente: pouco risco significa menor possibilidade de ganho. O que queremos dizer? Que os investimentos com rendimentos mais atrativos normalmente são também mais arriscados.

Desse modo, o ideal é colocar na balança o que é mais importante para você: conservar seu ativo 100% seguro ou tentar ganhar mais.

Se você não se sai bem com a tensão de perder um pouco da aplicação, é interessante ir por um caminho mais conservador e com rendimentos estáveis.

12. Lembre-se do pagamento de impostos

Não se esqueça de que a maioria dos investimentos sofre cobrança de Imposto de Renda a partir de determinado valor. As corretoras são grandes aliadas para não se perder em relação à tributação.

A boa notícia é que algumas aplicações são isentas de IR — é o caso da caderneta de poupança e de títulos LCI e LCA.

13. Comece já, mesmo que seja com pouco

Por fim, nossa última dica é: comece já. Seja com uma grande quantia, seja com menos de R$ 1 mil. Independentemente da versatilidade do universo dos investimentos, o fato é que qualquer aplicação é melhor que nenhuma.

Afinal, o ditado da introdução é claro: “Dinheiro parado não dá juros”.

Que tal ver seu dinheiro trabalhar para você?

Muitas vezes, a impressão é de que investir tem mais riscos e menos vantagens do que guardar o suado “dindim” em casa ou na poupança, não é?

No entanto, se você leva em conta seus objetivos e seu perfil, essa alternativa é excelente: dá para ganhar dinheiro fácil.

Assim, você vê sua aplicação render e trabalhar para você. É disso que tratamos neste guia!

Além disso, você viu que há como investir dinheiro de jeitos diferentes — com mais ou menos riscos, com lucros estáveis, de forma diversificada etc.

Vimos até que dá para aplicar dinheiro por meio do empreendedorismo digital, sendo afiliado ou produtor.

Falando nisso, que tal se inteirar um pouco mais sobre essas possibilidades?

Uma das maiores tendências de infoprodutos são os cursos online — leia nosso post e entenda como ganhar dinheiro ensinando!

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