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7 maneiras em que a tecnologia afeta o crescimento do seu negócio

7 maneiras em que a tecnologia afeta o crescimento do seu negócio

Veja como a tecnologia modificou — e continua modificando — o modo com que as empresas trabalham.

Quando pensamos no futuro, é normal que venha a nossa mente um cenário que apresenta soluções criativas e definitivas, por meio da tecnologia, para os problemas que enfrentamos hoje.

O que nem sempre percebemos é que o nosso presente já apresenta essas soluções. Afinal, em um passado não tão distante, nossos antepassados tiveram que superar desafios que, hoje, nos parecem absurdos, como, por exemplo, as barreiras comunicacionais e/ou de transporte.

Logicamente que toda essa tecnologia também influenciou a forma com que fazemos negócios. Aliás, torna-se difícil não perceber o quanto a atividade empreendedora contribui para esses avanços.

A criação do comércio e da moeda, há milhares de anos, são dois exemplos claros de soluções tão criativas e eficazes que resistiram ao tempo.

Pensando nisso, este artigo vai mostrar como a tecnologia modificou — e continua modificando — o modo com que as empresas trabalham. Vamos lá?

1. Relação com o cliente

De várias formas. Aliás, em alguns casos, ela alterou completamente o modo com que as empresas e seus clientes interagiam. Na década de 90, em países nos quais a TV a cabo teve grande perpetuação, observou-se um novo modo de vender.

Foi o momento no qual surgiram empresas como a Polishop, que produziam programas de entretenimento e que contavam com uma equipe de vendas treinada para vender pelo telefone.

Talvez, hoje, isso não pareça tão significativo, mas essas empresas abriram caminho para uma abordagem de vendas mais impessoal, que não exigia o investimento em lojas físicas, o que, provavelmente, pavimentou a estrada para o grande sucesso das lojas e-commerce.

Existiu uma visão estratégica para perceber que era possível usar a produção televisiva, unida com a estrutura telefônica, para se tornarem campeões de vendas. Nem sempre a tecnologia desenvolvida é criada para o empreendedorismo, mas o empresário de visão consegue perceber quando um avanço, em qualquer área, pode ser usado a favor de seu negócio.

2. Pesquisas sobre tendência de consumo

Se você já assistiu ao premiado seriado Mad Men, deve ter percebido o quanto era difícil prever tendências de consumo na década de 1960. Isso dificultava a criação de peças publicitárias (foco do seriado) e colocava em risco o lançamento de novos produtos.

A alternativa para diminuir esse problema era aplicar pesquisas ou investir nos grupos de discussão — quando se reúne uma amostra do público-alvo para avaliar um produto.

O problema é que, quando não realizada com cuidado, essa estratégia não é eficaz. Por isso, surgiram empresas especializadas nesse trabalho, como o Ibope, por exemplo. Um novo desafio surgiu, impactando principalmente os proprietários das pequenas e médias empresas: pagar por esse tipo de pesquisa.

Esses serviços tornaram-se objetos de luxo, disponíveis apenas às grandes corporações. Essa situação mudou, recentemente, como o avanço da internet.

Com ela, surgiram novas formas de obter retorno do cliente: métricas das redes sociais, dados de sites de busca, cookies de navegação, etc.

Esses dados são um mapa do comportamento do consumidor. É possível saber o que ele pensa, de forma clara, pois o mesmo se torna responsável pelas publicações.

Essa mesma tecnologia está disponível para a transnacional e para o comércio de bairro. Isso é fascinante.

3. Escoamento de produção e/ou estoque

As novas possibilidades de mobilidade urbana abriram caminhos para que as empresas escoassem sua produção e/ou estoque de forma mais eficiente. É claro que quando o tema é mobilidade urbana, transporte e logística, alguns aspectos ficam a cargo do poder público.

Por isso, você, empreendedor brasileiro, pode não ter notado grandes avanços, mas acredite, eles existem. Se por um lado as estradas brasileiras —  que são o principal canal de escoamento da produção — ainda estão em situação crítica, por outro lado, a indústria automobilística não parou de avançar.

Caminhões vêm equipados com GPS e isso ajuda a proteger a carga — e a vida do motorista —, evitando perdas significativas. Além disso, essa tecnologia ajudou muito a melhorar a logística de entrega dos produtos.

Esse é apenas um dos muitos exemplos práticos. A mobilidade foi fundamental para o avanço econômico.

4. Reinvenção de mercados

Vamos mostrar o aspecto menos citado dessas empresas: elas venceram as fronteiras e deram nova vida a serviços considerados estagnados.

Em muitos lugares do mundo, sempre existiram motoristas que faziam um serviço alternativo de transporte, e eles ainda estão aí . A ação do governo era reprimir essa iniciativa, considerando-a ilegal, os chamados “transportes piratas”.

O que o Uber fez foi padronizar esses motoristas, exigindo o mínimo de referência deles, para que então eles tivessem acesso a um sistema de GPS (tecnologia já existente) que aproximava-os de pessoas interessadas em viajar.

Esse tipo de padronização já era feita pelas prefeituras. A forma com que se adquiria o serviço é que era obsoleta. Porém, a grande sacada da empresa foi perceber que os usuários de táxis estavam insatisfeitos, sobretudo, com o atendimento.

Dessa forma, o Uber apresentou-se como um serviço de transporte com foco na qualidade de atendimento ao cliente, fazendo uso da tecnologia para facilitar a aquisição, avaliação do serviço e pagamento.

Do mesmo modo, a Amazon deu um fôlego novo ao negócio das editoras de livros. Ainda que sejam charmosas e ocupem um espaço de destaque nos cenários das grandes metrópoles, as livrarias amargam números negativos.

Mesmo assim, a Amazon continua vendendo milhões de exemplares todos os anos. O segredo foi usar a tecnologia para criar um modelo de e-commerce que se tornou referência mundial.

Ademais, a empresa investiu no mercado, então inexplorado, dos e-books. Não era difícil — e ainda não é — encontrar versões digitais piratas de livros, normalmente em formato PDF. O problema enfrentado pelo usuário era a qualidade de leitura dessas imagens, além da falta de navegabilidade, que impossibilitava uma experiência de leitura agradável.

A empresa resolveu esse problema com aplicativos de leitura, além de seu gadget, o Kindle.

Tanto o Uber quanto a Amazon usaram a tecnologia para explorar um mercado que estava abandonado: o da insatisfação dos clientes existentes.

5. Aperfeiçoamento constantemente dos processos

A palavra de ordem para o empreendedorismo é “eficácia”. Fazer mais e melhor, sem que isso represente aumento de gastos. O grande problema sempre foi alcançar esse nível de qualidade. Esse desafio foi superado pelos softwares de gestão.

Hoje, uma empresa consegue acompanhar seus processos em tempo real, podendo tomar as melhores decisões possíveis sobre eles. Assim, mesmo que algo dê errado, é possível mudar o curso da situação em pouco tempo. Não é mais necessário “pagar (literalmente) para ver”.

Com isso, evita-se prejuízos que poderiam tornar frágil a situação financeira de uma empresa, em alguns, cravando seu destino.

É claro que aprimorar os processos empresariais têm como resultado a automação de muitas tarefas, o que extingue com muitos postos de trabalho. No entanto, isso já aconteceu antes e continuará acontecendo. Afinal, você não está disposto a deixar de lado seu smartphone para voltar a fotografar com uma câmera que usa filme fotográfico, apenas para ajudar a manter o trabalho dos funcionários da Kodak, não é mesmo?

Cabe a nós nos adaptarmos às mudanças e nos prepararmos para elas. E isso nos leva ao próximo tópico.

6. Tornando você um profissional melhor

A única forma de ter sucesso empreendendo é consultando as fontes corretas de informação. Assim o empresário conseguirá tomar melhores decisões. Em alguns casos, as informações estão na própria empresa, como já vimos, mas, em outros casos, ela está em fontes externas.

A internet encurtou significativamente a distância entre o conhecimento e os indivíduos e isso contribui para melhorar negócios do mundo todo.

Antigamente, um pequeno empresário, com o sonho de empreender, partia de uma ideia e arriscava-se no seu desenvolvimento. Ele não sabia o que o que era um Plano de Negócios, uma análise S.W.O.T ou uma pesquisa de público-alvo.

Hoje, com apenas alguns minutos, ele pode ter acesso às diversas fontes de informação, pelas mais variadas mídias, explicando como esses conceitos podem ajudá-lo a ter sucesso.

7. Flexibilizando o trabalho

A estrutura necessária para manter uma empresa pode ser um grande problema financeiro. Por isso, para muitos segmentos, a solução encontrada foi a adoção do trabalho remoto ou home-office.

Reuniões pelo Skype, envio de arquivos pela nuvem e interação por aplicativos. As tarefas são desenvolvidas e entregues de forma inovadora, dando à empresa e ao colaborador mais liberdade.

Além disso, em muitos casos, não é viável contratar um profissional para uma tarefa esporádica. Assim, o uso de profissionais freelancers se faz cada vez mais presente nas empresas.

Ainda que possa parecer precarização de serviço, a realidade de mercados que já fazem uso dessa modalidade mostra o contrário. ´

Como vimos neste artigo, o avanço tecnológico anda de mãos dadas com o crescimento dos negócios. Isso ocorre porque empreender é, antes de mais nada, uma atividade humana, portanto, não existem razões para que a tecnologia não influencie o empreendedorismo.

Na verdade, em muitos casos, foi a necessidade de empreender melhor que serviu de estímulo para os avanços da tecnologia.

Agora que você já entendeu como a tecnologia é importante para sua empresa, não deixe de melhorar a relação de seu negócio com as redes sociais.

Guest post produzido pela equipe do Saia do Lugar.

 

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