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Um retrato do empreendedorismo feminino no Brasil

Um retrato do empreendedorismo feminino no Brasil

Conheça a história das irmãs Alcântara e inspire-se com a trajetória destas 3 empreendedoras de sucesso.

Não é segredo para ninguém que a igualdade salarial entre homens e mulheres que ocupam os mesmos cargos ainda não é uma realidade no Brasil.

Esse talvez seja o principal fator que faz com que o empreendedorismo feminino continue crescendo mais.

Segundo uma pesquisa do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) realizada no Brasil em 2017, a quantidade de mulheres empreendedoras é muito maior do que o público masculino.

Seja para complementar a renda, ter independência financeira ou por causa da desigualdade salarial, a verdade é que o empreendedorismo feminino está ganhando destaque e precisamos entender melhor este cenário.

Qual a melhor forma de falar sobre mulheres empreendedoras do que conversando com elas, que conhecem bem essa realidade?

Bárbara e Débora, também conhecidas como irmãs Alcântara, idealizadoras e empreendedoras responsáveis pela Orna, estiveram aqui na Hotmart para contar um pouco mais sobre a realidade da mulher que empreende.

Acompanhe!

Quem são as irmãs Alcântara?

Empreendedorismo feminino: Júlia, Débora e Bárbara, as 3 irmãs Alcântara donas e idealizadoras da Orna

Bárbara, Débora e Júlia são 3 irmãs de Curitiba que dividem algumas paixões: fotografia, decoração, moda, beleza e, claro, empreendedorismo.

Por causa dessas paixões em comum, decidiram criar o blog Tudo Orna para mostrar suas experiências na cidade onde vivem.

Porém, logo perceberam que poderiam arriscar um pouco mais e decidiram não ficar presas apenas ao blog. Foi assim que surgiram os produtos autorais, com os quais elas conseguiam criar conexão com seu público.

Mas o crescimento dessas empreendedoras de sucesso não parou por aí. O propósito que elas tinham lá no começo com o blog cresceu e transformou-se.

Agora, além das marcas Orna, Orna Makeup e Orna Café, as irmãs Alcântara também têm o Efeito Orna, um curso online no qual elas mostram como criaram sua marca do zero e com um propósito. Ou seja, elas ensinam outras pessoas a empreender e conquistar um lugar de destaque no mercado.

Mais do que um curso, o Efeito Orna é um movimento que inspira, motiva, incentiva e ajuda as pessoas a descobrirem seus propósitos fazendo mudanças onde forem.

Provavelmente, por serem mulheres jovens e dedicadas a seus propósitos, o público feminino se identifica tão bem com as 3 irmãs. Por isso, ao pensar em empreendedorismo feminino no Brasil, pode ter certeza de que você ouvirá falar sobre as irmãs Alcântara.

Os obstáculos do empreendedorismo feminino

Em um mercado no qual a figura do empreendedor é geralmente masculina, é fácil perceber que existem vários obstáculos que as mulheres precisam enfrentar principalmente quando estão começando.

No início deste post, falamos que o índice de mulheres empreendedoras é maior do que o de homens. Porém, o número de mulheres que desistem no meio do caminho ainda é muito grande e provavelmente os desafios enfrentados são os grandes culpados dessas desistências.

Com as irmãs Alcântara, não foi diferente: elas também tiveram que enfrentar vários obstáculos, e isso começou bem cedo.

A primeira empresa das irmãs era uma agência de comunicação que foi idealizada na Universidade Federal Tecnológica do Paraná, quando Bárbara ainda estudava.

O Cefet do Paraná é um centro de estudos tecnológicos muito reconhecido. Seus cursos principais são as Engenharias e cursos de Exatas, áreas historicamente marcadas pela grande presença de público masculino.

Quando Bárbara ingressou no Cefet do Paraná, sua turma de Comunicação Institucional foi provavelmente uma das primeiras das Ciências Humanas dentro daquela universidade e o pioneirismo não parou por aí.

Naquele espaço, não havia também empresas de mulheres e, por isso, criar uma agência de comunicação na universidade foi um grande desafio.

Bárbara precisou convencer uma bancada composta apenas por homens das Ciências Exatas e Tecnológicas que a comunicação era importante e que fazia sentido ter uma agência para desenvolver soluções criativas para as empresas que eram criadas ali.

E não pense que esse foi o único obstáculo que elas precisaram enfrentar. Com o tempo, as irmãs perceberam que mais desafios ainda estavam por vir.

“Nós participávamos de eventos de startups e erámos literalmente a única empresa de mulheres.”

Há 10 anos, não era muito comum falar sobre empreendedorismo feminino. Com isso, elas não conseguiam se conectar com outras mulheres empreendedoras.

Por esse motivo, empreender era algo muito solitário e que até mesmo desanimava, principalmente com os vários “nãos” recebidos na trajetória.

Porém, foram esses mesmos desafios que faziam as irmãs Alcântara terem ainda mais vontade de se superar e mostrar que elas eram capazes de fazer algo muito melhor do que imaginavam.

Superando os desafios do empreendedorismo

Apesar de hoje ser mais fácil encontrar mulheres que também têm seus próprios negócios, o que permite a troca de experiência e o acolhimento, os obstáculos ainda existem.

Bárbara e Débora relatam que ainda é muito comum ir a uma reunião com um fornecedor, por exemplo, e ele dirigir a palavra para o único homem que tem em sua equipe, mas isso não pode ser um motivo para desanimar.

“Você não pode controlar aquilo que acontece externamente. Porém, interiormente, você tem controle, e quando for reconhecida em seu mercado, pode utilizar essa força para incentivar outras mulheres.”

É exatamente isso que elas propõem em suas comunidades: abrir espaço para que outras mulheres tenham voz e incentivem aquelas que por algum motivo estão desanimadas.

Para elas, participar de grupos e comunidades de mulheres que estão vivendo o mesmo momento que você, ou seja, que também estão empreendendo, é uma ótima forma de entender que os desafios existem sim, mas que você tem em quem se apoiar e pode superá-los.

“Temos esperança, temos uma visão mais otimista e acreditamos que vamos conseguir mudar essa realidade.”

Sacrifícios da mulher empreendedora

Além dos obstáculos na hora de começar a empreender, muitas mulheres acabam desistindo deste sonho por precisarem abrir mão de algumas coisas em suas vidas. Mas aqui, precisamos parar e fazer uma reflexão:

Não é porque você vai empreender que vai ter mais tempo livre. É claro que você terá mais flexibilidade, mas pode ser que tenha que trabalhar mais para que seu negócio dê certo.

Vale destacar que cada pessoa leva uma vida diferente e as suas prioridades podem ser completamente diferentes das minhas ou de qualquer outra mulher.

Porém, sempre que falamos de carreira, chega aquele momento em que você pensa que precisará sacrificar momentos com sua família para cuidar de seu negócio.

Quando você é um homem, isso já é natural, afinal, você está abrindo mão de um momento de lazer para dar uma qualidade de vida melhor para sua família.

Mas quando você é mulher, essa pressão é muito maior, e isso é algo que precisamos desconstruir. Será mesmo que isso não é uma construção cultural imposta pela sociedade?

Você pode ser mãe e esposa e, mesmo assim, cuidar da sua carreira, mas é claro que não estamos falando aqui que isso será fácil.

Para conseguir conciliar tudo é necessário muito apoio, principalmente dentro da própria família. E se você não consegue isso em casa, precisa conhecer a história de outras mulheres que já tiveram essas mesmas dúvidas para aprender os caminhos que você pode seguir para atingir seus objetivos como mulher empreendedora.

“É por isso que é muito importante dar voz para as mulheres e fazer essas desconstruções culturais.”

Empreender é sim abrir mão de muitas coisas, mas, ao mesmo tempo, é também aprender novas habilidades.

E não pense que quando falamos de sacrifício estamos nos referindo só a momentos com a família.

Pode ser que, em algum momento, você tenha que abrir mão daquilo que gosta de fazer tecnicamente para cuidar da saúde de sua empresa, mas saiba que está tudo bem e que todo empreendedor vai passar por isso em algum momento.

Por exemplo:

Se você gosta muito de culinária, pode ser que cozinhar seja uma das últimas coisas que você conseguirá fazer.

Isso porque empreender vai além de fazer apenas o que você gosta.

Chega um momento em que você precisa parar de colocar a mão na massa e pensar na gestão de seu negócio.

Então, antes mesmo de começar, é importante saber que se você tem o sonho de viver cozinhando, por exemplo, pode ser que você precise deixá-lo de lado por um momento até conseguir estruturar bem todo seu negócio. Mas tenha certeza que isso te ajudará a crescer mais.

A partir do momento em que seu negócio começa a se desenvolver mais e você passa a empregar outras pessoas, percebe a transformação que está fazendo e que os sacrifícios iniciais valeram a pena.

O seu negócio não diz mais respeito apenas à sua vida, mas sua marca passa a ser parte da história de outras pessoas também.

Então, é importante se preparar psicologicamente antes de começar para que esse tipo de frustração não te desanime.

De empreendedoras para referências

Como mostramos no início deste post, as irmãs Alcântara são muito mais do que empreendedoras: elas são referência no empreendedorismo feminino no Brasil.

Hoje, 97,5% do público do Tudo Orna é feminino, e isso se deve muito ao fato de que a história dessas 3 irmãs inspira outras mulheres e as fazem enxergar que ser empreendedora também pode ser um caminho para elas.

“É muito legal se inspirar em mulheres e tê-las como referência.” – e é exatamente isso que as irmãs Alcântara são para a comunidade de mulheres que seguem a Orna.

Porém, conseguir destaque em um mercado tão marcado pela presença masculina não é algo natural, mas Bárbara, Débora e Júlia acreditam que uma empreendedora pode conquistar esse lugar.

A partir do momento em que você fica conhecida em seu mercado, precisa então ser o apoio que outras mulheres procuram e às vezes não encontram.

E acredite, ser uma referência para outras mulheres e fazer a diferença em suas vidas significa fazer parte de uma transformação social.

Mesmo que aquilo que você faz pareça algo muito pequeno se comparado ao meio no qual estamos inseridas, são essas micro transformações que desencadeiam várias outras mudanças que podem modificar positivamente a realidade de várias mulheres.

“O que nós precisamos fazer é dar suporte para as mulheres, porque a partir do momento em que elas estão fortalecidas, as mudanças reais acontecem.”

O empreendedorismo feminino não muda só a realidade da mulher, mas transforma tudo ao seu redor. Afinal, quando um negócio começa a dar certo, outros empregos também são gerados e há mudanças sociais e econômicas.

Às vezes, é muito difícil visualizar que somos parte dessas mudanças sociais. Mas a verdade é que, ao criar uma comunidade de mulheres que se apoiam e ajudam umas às outras, estamos sim mudando a realidade de muitas pessoas no Brasil.

Por isso, seja fã daquilo que você faz e mostre para as pessoas que você tem propriedade para falar e ensinar aquele tema. É assim que as pessoas passam a acreditar no seu potencial e você também começa a acreditar que está no caminho certo.

“O elogio é uma afirmação a mais de algo que você já tem que saber.”

A evolução não pode parar

Independentemente do gênero, uma coisa é comum para qualquer pessoa que tem um negócio próprio: você nunca pode parar de evoluir.

Ao criar um negócio, você precisará lidar com áreas que talvez não esteja familiarizada, como administração, gestão de pessoas e finanças.

Para isso acontecer da forma mais correta possível, é necessário estudar sempre e manter-se atualizado.

É muito difícil ser bom em tudo que esteja relacionado ao seu negócio, mas sempre há como melhorar.

Esteja aberta para aprender coisas novas; converse com outras pessoas que são especialistas em suas áreas, veja o que elas fazem e aprenda com elas.

“Às vezes, você não vai ser boa em um determinado assunto, mas precisa estar aberta para entendê-lo porque só assim conseguirá contratar um bom profissional para te ajudar com aquela questão.”

Quanto mais você estuda, mais fácil será tomar as decisões certas para que seu negócio cresça.

O futuro do empreendedorismo feminino

Ainda existem muitos desafios no empreendedorismo feminino que precisam ser ultrapassados e essa é uma realidade que tanto Bárbara, Débora e Júlia enfrentaram (e ainda enfrentam), como novas mulheres empreendedoras ainda vão viver.

O fato de terem um negócio entre irmãs com certeza foi um dos motivos que fez com que elas não desistissem. Por isso, a comunidade de mulheres empreendedoras em potencial é tão importante para as irmãs Alcântara.

A quarta irmã, que é como seu público se identifica, faz muito sentido quando pensamos em uma rede de apoio.

“Nós temos um senso de responsabilidade sobre nossas alunas e sobre a comunidade. Quando elas falam que são a quarta irmã, elas realmente são, porque quando você tem pessoas que acreditam em você, isso realmente te dá mais força.”

O mais importante nessa rede de apoio composta por empreendedoras de sucesso e mulheres que ainda estão tentando encontrar o caminho para ter seu próprio negócio é que, quando uma cai ou quer desistir, existem várias outras para ajudar a levantar.

O grande diferencial no empreendedorismo feminino e que faz tudo valer a pena é perceber que este não é um movimento apenas seu, mas sim de várias outras mulheres que, juntas, conseguem traçar novos objetivos de vida e carreira e atingi-los.

Olhar para o lado e encontrar alunas do Efeito Orna fazendo parte da mesma comunidade de empreendedoras que as irmãs Alcântara fazem é a certeza de que o que elas ensinam está dando certo.

Mais do que uma rede de apoio, Bárbara, Débora e Júlia passaram a ser companheiras de uma comunidade de mulheres empreendedoras que estão transformando positivamente suas vidas e a economia do país.

Quer continuar se inspirando com a história de mulheres que tomaram a rédea de suas carreiras e decidiram ser donas de seu próprio negócio?

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