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A influência do empreendedorismo na economia mundial

A influência do empreendedorismo na economia mundial

Entenda mais sobre esse novo perfil econômico importantíssimo na era globalizada.

Quando ouvimos a palavra “empregado” ou “funcionário”, imaginamos logo alguém preso em um cubículo ou mesa, enfrentando estresse e cumprindo ordens a maior parte do dia.

Quando ouvimos a palavra “empreendedor”, por outro lado, imaginamos pessoas que fizeram muito sucesso com os seus negócios, como Steve Jobs, Mark Zuckerberg ou Bill Gates.

Eles trabalharam suas ideias com um diferencial. Eles eram o “ponto fora da curva”. Por isso os chamamos de empreendedores e não de “trabalhadores”.

Outra diferença básica é como as horas trabalhadas convertem em dinheiro para um empregado e para um empreendedor.

Um empregado tem ganhos fixos. Um empreendedor tem ganhos variáveis, de acordo com seu empenho e ferramentas que otimizam seu trabalho.  

Como distinguir trabalho de empreendedorismo?

Seth Godin, considerado por muitos como um guru do Marketing, usa o termo “Linchpin” (pino de segurança) em seu novo livro “Linchpin: você é indispensável?”.

Um pino de segurança, inserido na extremidade de um eixo para travar as rodas e impedir que estas assumam qualquer direção é algo genial, simples e indispensável para evitar um desastre.

O conceito de “linchpin” parece soar como uma espécie de líder dentro de um grupo, mas é mais específico do que isso.

O linchpin é o indivíduo que contagia seu grupo com o entusiasmo que tem no que faz. Ele caminha na contramão da massificação de atividades e da ideia de que trabalhar é só cumprir suas obrigações e ponto final.

Seth Godin define o linchpin como alguém que consegue caminhar em meio ao caos e criar ordem, alguém que pode inventar, conectar e fazer as coisas acontecerem.

Vamos aproveitar esse conceito para  podermos distinguir o que é trabalho e o que é empreendedorismo.

Trabalho

Um trabalho é o ato de operar um sistema que outra pessoa criou. Não importa se o sistema é simples, como rosquear uma porca em um parafuso, ou utiliza programas de computador específicos, como um Corel Draw, um Word ou um Excel.

Se o indivíduo é treinado para operar esses sistemas, realizar as funções na ordem idealizada, sem questionar o porquê e para que, isto é trabalho.

Na verdade, nosso sistema de trabalho convencional funciona assim mesmo: somos treinados para exercer determinada profissão, seja na prática, num curso técnico ou na faculdade.

Depois, passamos a vida vendendo nossas horas para alguma empresa, patrão ou consumidor (no caso de autônomo), para recebermos nosso pagamento.

Empreendedorismo

Empreendedorismo é o ato de conectar, criar e inventar sistemas, seja para negócios, pessoas, ideias ou processos.

Quando um empreendedor vê uma situação mal resolvida – ainda que obedeça a uma sistemática – ele tentará novas formas de fazer aquilo funcionar.

Por exemplo, há 40 anos atrás não existia um delivery. Se você quisesse comprar a comida pronta, teria que ir até uma “rotisserie” ou um restaurante.

A própria “quentinha”, que depois popularizou-se como marmitex, surgiu da necessidade dos consumidores de levar comida pronta para casa, quando o jargão “tempo é dinheiro” começou a mover as grandes capitais.

Feliz foi o empreendedor que entendeu o cansaço de seus clientes e se perguntou: “e se eu levasse a comida até a casa do cliente”?

Atualmente, temos aplicativos como o Ifood, inovando mais uma vez, conectando clientes famintos de comida à restaurantes famintos de clientes. Neste caso, o empreendedor foi aquele que criou um aplicativo para ganhar uma porcentagem dos donos de estabelecimentos a cada venda realizada, alinhando a necessidade das duas pontas desse tipo de comércio alimentício.

Foram atitudes simples, mas inovadoras como essa, que deram novo fôlego para o comércio, em ambas as épocas. Assim como o surgimento do comércio eletrônico.

O comércio eletrônico é uma das alternativas para o trabalho convencional, aonde trocamos horas por dinheiro.

Quando criamos uma loja virtual, numa plataforma automatizada, como a Shopify, por exemplo, teremos que utilizar nosso tempo para formatar a aparência da loja, colocar produtos, escrever as descrições, configurar formas de pagamento e envio.

Porém, com isso pronto, a loja virtual vai trabalhar para nós, mesmo que estejamos dormindo.

Nosso tempo gasto gera muito mais dinheiro a médio e longo prazo do que que no trabalho convencional.

Empreendedorismo, crise e inovação

O empreendedorismo talvez não seja só uma nova cultura ou modo de vida, mas um novo perfil econômico – importantíssimo – na era globalizada.

Você provavelmente há de concordar que houveram dois fenômenos muito interessantes na última década.

O primeiro, a tão – e quase eterna – crise econômica, que criou infinitas discussões políticas e sociais.

E o segundo, o surgimento de vários empresários, fazendo sucesso do dia para  a noite, muitos deles com menos de 40 anos – ou até universitários.

Você não acha estranho falar tanto de crise econômica, enquanto surgem inúmeros novos mercados e novos milionários a cada dia?

E se pensarmos que talvez não estejamos diante de uma crise econômica ou uma recessão, mas sim de uma transição de períodos econômicos?

E se pensarmos que nesse período de transição, a inovação é a nossa nova moeda e o espírito empreendedor, ou Linchpin, que movimenta a economia?

Empreendedorismo ao longo da história

O dinheiro e o poder estão mudando de mão, mais uma vez, como já aconteceu antes em outros períodos da história.

Ron Davison, no livro “A Quarta Economia”, define a mudança da concentração de poder no mundo ocidental em 4 períodos.

Período da agricultura

O período da agricultura, entre 1300 e 1700, em que a maior fonte de riqueza eram os recursos naturais. Em outras palavras, quem possuía terras possuía riqueza e, consequentemente, poder.

Nesse período, o poder estava nas mãos dos senhores feudais e da Igreja, que possuíam a terra.

Foi também a era dos grandes “descobrimentos”, que apareceram com o gradual declínio do poder dos senhores feudais e Igreja.

Na realidade, a busca de mão de obra não remunerada (escravos), novas terras com novas matérias primas (madeira, condimentos, alimentos, seda, algodão etc) e novo mercado consumidor e pagador de impostos para as coroas (os moradores das novas colônias).

Olhando para este passado, conseguimos entender que o empreendedorismo, naquela época, era aventurar-se em novos mercados, em novas terras. Foi dessa forma que a economia se movimentou e a Europa saiu da “idade das trevas” que foi o período medieval.

A Igreja católica foi substituída por regentes dos estados-nação em questão. O poder papal foi substituído pelo poder dos reis.

Isso tudo graças a uma disputa de poder de Henrique VIII, da Inglaterra, com o Papa. Henrique VIII queria autonomia para separar-se da segunda esposa – já que a primeira ele havia mandado matar.

Como o Papa proibia a separação – o que Deus uniu, o homem não separa – o Monarca inglês separou-se da Igreja Católica, criou uma nova religião e separou-se da segunda mulher também.

Ele quebrou um paradigma importante ao não aceitar a ordem do Papa.

Também tomou uma decisão economicamente interessante: o dinheiro que a Coroa tinha que enviar periodicamente à Roma ficou na Inglaterra e financiou um novo período de desenvolvimento.

Se não podemos dizer que o Rei era empreendedor, com certeza seu corpo consultivo, movido pelos interesses da burguesia e dos bancos, o eram.

Período da economia industrial

A segunda transição aconteceu no período da economia industrial, entre 1700 e 1900.

Nesse momento da história, iniciava-se o êxodo para as cidades e para as novas colônias. Os outrora grandes senhores de terra estavam quebrados.

Em busca de sobrevivência, quem trabalhava nos campos tornou-se mão de obra farta e barata para as primeiras manufaturas e fábricas.

Encontramos aqui os novos empreendedores, inventando máquinas que produziam produtos mais rapidamente que um só artesão. Tudo para atender a um novo mercado consumidor.

Outros  empreendedores, com alguma folga econômica, buscavam em novas terras um novo mercado consumidor – eram os burgueses.

Outros, menos afortunados, embarcavam em busca de uma nova oportunidade de negócio, um recomeço.

Eles tinham uma visão além e, novamente, movimentavam a economia.

Nessas alturas, a Igreja já não tinha poder econômico, mas influenciava ainda nas decisões políticas, por baixo dos panos.

O poder já havia mudado da terra para o capital, os estados-nação perderam lugar para os bancos e quem ditava as regras não eram mais os reis, mas sim os banqueiros.

Mayer Rotchschild, um judeu prussiano e o banqueiro mais bem-sucedido da época, viu uma oportunidade e distribuiu 5 filhos pela Europa a fim de criar uma organização bancária e monopolizar o fluxo do capital.

Por muito tempo, os bancos se mostraram muito eficientes em produzir capital através dos juros cobrados pelos empréstimos, feitos à grandes nações e à Igreja.

Eram os banqueiros que financiaram as grandes viagens exploratórias para as Índias e para as Américas a fim de abrirem novos mercados financeiros – para as nações – e de almas – para a Igreja Católica.

Mas também aí o crescimento apresentou um limite e estagnou. Foi quando surgiu um novo período.

Período da economia da informação

Na economia da informação, entre 1900 e 2000, as instituições dominantes deixaram de ser os bancos e passaram a ser as grandes corporações.

Em 1900, temos o florescer das indústrias. As antigas manufaturas, com estruturas pequenas e familiares, vão sendo substituídas por fábricas com máquinas inventadas para facilitar o trabalho humano e aumentar a velocidade da produção.

Novamente, os empreendedores são aqueles que inventam novas formas de produzir, negociar e muito mais.

A economia gira, mais uma vez, devido a essas pessoas de visão.

Os bancos tornaram-se grandes potências, financiando também guerras e o fim delas. Mas chegou um momento que só ter capital também não bastava.

As novas tecnologias

Foi então que solidificou-se o investimento em novas invenções.

As pessoas com visão empreendedora viam as necessidades da sociedade que estava evoluindo e propiciou-se o crescimento de indústrias que traziam novas ideias e facilidades para as pessoas.

Os campos da informação, saúde, negócios, tudo fui afetado positivamente.

De lá para cá, a velocidade das descobertas e desenvolvimento de novas tecnologias aumentou. A nova “religião” era o conhecimento, o saber.

Se no final do século dezenove o público consumidor buscava conforto para si e para seu lar, no início do século vinte este consumidor queria ter acesso às novas invenções – automóveis, energia elétrica, rádios, telefones – que encurtavam distâncias e traziam rapidez para o dia a dia.

A evolução da comunicação e transmissão de conhecimento foi revolucionária em menos de 100 anos. Do telégrafo para o telefone, deste para os primórdios da internet, celulares, informação em nuvem.

Dos livros de papel e grandes bibliotecas, para a multiplicação do conhecimento para a massa de pessoas através do rádio, televisão, cursos gravados (em discos e fitas cassete, fitas de vídeo, em CDs e DVDs), até a digitalização de conhecimento, que pode ser acessado numa busca até mesmo no celular (que é um computador de mão).

Mas e agora?

A evolução tecnológica permitiu a criação de ferramentas de hardware e software eficientes a ponto de dizimar diversos empregos, profissões e funções existentes há décadas ou até centenas de anos.

Provavelmente, o smartphone que você usa é mais potente que os computadores usados para levar o homem à lua.

Há 20 anos, ninguém imaginaria uma impressora 3D criando próteses ou peças específicas em questão de horas.

Isso cria um novo paradigma econômico.

Um universitário ou mesmo alguém com baixa escolaridade pode desenvolver um negócio que vale milhões, em um período muito curto de tempo.

Estamos vivenciando este novo período no qual o empreendedorismo, novamente, é quem dá as cartas na economia.

O diploma tornou-se obsoleto

Se olharmos para os lados, veremos que não é necessariamente mais um diploma no currículo ou na parede que nos colocará à frente da concorrência.

Mesmo enquanto funcionário, por conta da globalização, você não compete com uma dúzia de pessoas com aptidão parecida na sua região. Você compete com milhares de pessoas no mundo inteiro.

Estar preparado para viver nesse novo paradigma passa diretamente pela capacidade de se reinventar, ou seja, de empreender.

O ambiente moldando nossa capacidade de empreender

A criatividade, que é uma das características do empreendedorismo, só aparece quando o ser humano é desafiado.

Em ambientes simples, com atividades fáceis de aprender e executar, uma pessoa não é estimulada a criar.

Assim também acontece em ambientes complicados, onde as pessoas aplicam uma “receita” um pouco mais elaborada para atividades mais qualificadas, tudo aprendido em cursos técnicos ou superiores. A criatividade não é solicitada aí, antes, é condenada.

O empreendedorismo aflora quando temos ambientes complexos e caóticos. Neles, ter um curso universitário contribui só nos primeiros cinco minutos. Dali em diante, terá que estudar a situação e criar formas de resolver problemas que não aconteciam até então.

Os tempos mudaram muito.

Para competir com pessoas no mundo inteiro – além das máquinas e softwares – não é mais necessário aprender a seguir instruções e executar determinada função.

Saber agir e operar em ambientes complexos e caóticos é o novo coringa nos tempos em que vivemos.

Empreendedorismo ontem e hoje

Se retomamos às habilidades descritas por Seth Godin, podemos fazer um paralelo com as exigências atuais desse mercado em constante transformação.

  • Caminhar em meio ao caos e criar ordem;
  • Inventar;
  • Conectar;
  • Fazer as coisas acontecerem.

Esse perfil é inerente a muitas pessoas. Porém é difícil encontrar ambiente propício para que essas habilidades sejam solicitadas em uma vaga de emprego.

Como em todo período de mudança de paradigmas, o empreendedor e seu ímpeto de desbravar o novo é que trará o progresso e o movimento.

As pessoas que não se conformavam com situações caóticas e complexas sempre estiveram presentes ao longo da história.

Estas pessoas que conseguiam “pensar fora da caixa” foram os empreendedores do passado:

  • mercadores/comerciantes;
  • desbravadores de novas terras/novos mercados consumidores;
  • banqueiros/criadores de modelos financeiros;
  • inventores de processos e maquinários;
  • influenciadores de novos mercados e ideias.

A boa notícia é que esse movimento está sempre recomeçando e quem estiver alinhado com ele terá maior probabilidade de estar em vantagem daqui a algum tempo.

Quando foram criados os primeiros computadores pessoais, a internet, e houve a revolução da telefonia móvel, tivemos um encurtamento de distâncias sem precedentes.

Você pode ter um negócio no Brasil, se conectar com o mundo todo, e ganhar dinheiro com isso.

Você pode ter parceiros em várias partes do globo, usar ferramentas virtuais criadas por pessoas de diferentes nacionalidades e ter o tempo trabalhando a seu favor, pois os deslocamentos dentro da cidade, estado, país e mundo nem sempre são necessários para que as relações comerciais e parcerias aconteçam satisfatoriamente.

E é isso o que acontece hoje com o empreendedorismo digital.

Empreendedorismo digital – o mesmo, só que diferente

Para empreender, o indivíduo precisa:

  • ter a visão do todo, do mundo que o cerca;
  • enxergar necessidades não atendidas;
  • enxergar possibilidades de melhoria efetiva em operações (financeiras, comerciais, de produção);
  • ter capacidade de criação;
  • ter capacidade de liderar pessoas que criam;
  • ter capacidade de agir e transformar seu ambiente.

Se imaginarmos a internet como um mar e continente desconhecidos, ainda com muito por explorar, entenderemos o empreendedorismo digital.

Fazemos basicamente a mesma coisa que os nosso antepassados faziam. Mas fazemos diferente!

Há 20 anos atrás, uma empresa tinha que adquirir uma lista de “mala direta”, com endereços de moradores de uma determinada região da cidade.

Enviaria a eles cartas pelos correios, com um conteúdo de propaganda, que provavelmente seria posta no lixo por 90% das pessoas que as recebiam. Dinheiro jogado fora e o público-alvo não era atingido satisfatoriamente.

Hoje, devido a um empreendedor que pensou diferente, enviamos cartas eletrônicas (e-mails) para uma lista enorme de pessoas escolhidas por uma ferramenta de computador por idade, capacidade aquisitiva, intelectual, gostos e hábitos, dentro de todo o país.

Esse público-alvo, muito bem delimitado e selecionado, é direcionado para o nosso comércio virtual ou um curso digital, por exemplo. Gasto de dinheiro inteligente, púbico-alvo atingido.

Desde sempre – é só olhar a história – o comércio move a economia.

Até alguns anos atrás, era necessário ter um espaço físico para ser um comércio formal e empreender. O público que se interessasse entrava em sua loja.

Se fosse um comércio  informal, seria um vendedor ambulante a percorrer quilômetros, diariamente, atrás de vendas.

E ter um comércio não era para todo mundo. Os custos eram altos, o investimento permanente.

Hoje, o comércio continua a mover a economia, mas de forma bem diferente.

Como muitos postos de trabalho foram retirados devido à automação, temos gente preparada e sem emprego.

Contas para pagar, família para cuidar, perspectiva de um emprego formal? Pouca.

O empreendedorismo digital surge como uma alternativa para quem enxerga suas múltiplas possibilidades.

Com um investimento baixo de capital, a pessoa pode empreender no mercado digital de várias formas:

Vantagem do empreendedorismo digital

Bancos presenciais já foram substituídos por pagamentos online.

Livros de papel vem sendo substituídos por livros virtuais, mais baratos, fáceis de carregar num tablet.

Faculdades presenciais abrem espaço para o ensino a distância.

A pergunta é: o que mais podemos fazer neste continente inexplorado da internet?

Há inúmeras possibilidades de trabalho remunerado na internet, com um ganho que o trabalho convencional nunca nos deu: o ganho de tempo de qualidade.

O banco digital, o livro virtual e o ensino à distância, bem como os cursos online, de meditação à técnicas de vendas, só deram certo porque as pessoas querem mais tempo para viver bem.

Quando você não se desloca de um ponto a outro para pagar contas, fazer um curso ou trabalhar, tem tempo para cuidar de sua família, fazer uma caminhada, cozinhar sua comida, viajar mais.

Quando sistemas automatizados se encarregam de encontrar seus clientes, enviar e-mails, aceitar pagamentos num site, você só precisa fazer um décimo do serviço que nossos antepassados faziam.

Essa é a grande maravilha do empreendedorismo no mundo atual.

Nossos mares e continentes inexplorados não são contados em léguas, quilômetros, e o tempo investido diariamente não precisa ser fixo.

Navegamos pelo mundo todo em bits e bytes, entre informações e sites, em poucos minutos, e somos empreendedores usando poucas horas diárias para isto.

Se nossa hora de trabalho formal valia 50 ou 100 reais, no empreendedorismo digital, a hora que o indivíduo trabalhou poderá converter em 10 vezes mais estes valores, porque ele não precisa estar ligado todo o tempo na loja virtual ou no curso que criou, por exemplo, para que novos consumidores e alunos acessem, comprem, paguem.

Se você nunca teve medo de trabalhar, se gosta de desafiar novas fronteiras, ir além dos limites convencionais, o empreendedorismo digital  espera pessoas com este ímpeto.

Entre todos os medos e dúvidas que possam surgir num período como o que vivemos, uma única coisa é certa:

A melhor hora para começar a empreender e conquistar a liberdade financeira é agora!

Guest post produzido pela equipe da Empreenda E-commerce.

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