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Qual é o futuro da educação?

Qual é o futuro da educação?

Conheça todas as tendências educacionais para os próximos anos.

Imagine a seguinte situação:

Ana Maria tem 15 anos e está iniciando os estudos no ensino médio. A professora da disciplina de geografia pede que os alunos realizem um trabalho para compreenderem a situação econômica dos países da América Latina.

Qual será a primeira ferramenta que você acha que Ana Maria utilizará para fazer a pesquisa?

É bem provável que você tenha respondido internet.

Há alguns anos, a saída para o desenvolvimento desse trabalho seria passar horas procurando informações nos mais diversos livros.

Hoje, talvez os estudantes também busquem informações em livros e mesclem com o conteúdo encontrado na internet para fazer um trabalho mais completo, prática muito conhecida como educação híbrida. Mas é claro que a internet tem sido a primeira e, talvez, a principal opção da maioria dos estudantes.

Se já é tão natural compreender que a internet está ocupando um papel importante nos estudos, não podemos deixar de perceber que as pessoas estão deixando de buscar conhecimento apenas por vias tradicionais e optando por caminhos tecnológicos.

Mas o que isso realmente significa?

Engana-se quem pensa que esse tipo de mudança ocorre apenas com alunos que já nasceram na época pós transformações tecnológicas.

Na verdade, essa é uma oportunidade para os educadores também se reinventarem, explorarem novos formatos e metodologias, com o objetivo de melhorar a educação que, já no presente, apresenta os traços do hibridismo.

Estamos nos reinventando e mudando o mundo ao nosso redor. E se pensarmos no sistema de ensino, esses são os indícios do futuro da educação.

A educação híbrida

Você já sabe que as tendências do futuro da educação passam pelas tecnologias e, com isso, surge o conceito de educação híbrida.

Para que você consiga entender melhor esse termo, vamos dar um exemplo:

Pense nos aplicativos bancários. Hoje, é possível efetuar muitas transações através da internet, mas para realizar outras, é necessária a presença física na agência bancária. Ou seja, há as duas opções e ambas funcionam bem juntas.

O hibridismo ocorre da mesma forma para o sistema de ensino. É o ensino tradicional conversando constantemente e utilizando as tecnologias para melhorar a maneira como o conhecimento é transmitido e adquirido.

Não podemos supor que a geração atual de alunos, que já tem acesso a toda a era digital, possa apenas sentar nas carteiras e ouvir o que o professor tem a ensinar.

Isso continua sendo importante, mas a figura do professor, cada vez mais, precisa estar adaptada para atuar na mediação dos saberes, instigando que os alunos utilizem as tecnologias como forma de aprendizado, contribuindo para o futuro da educação.

É por isso que, apesar de muitas pessoas ainda acreditarem que a tecnologia afasta os alunos dos estudos e pode até mesmo atrapalhar os estudos, já se sabe que isso não é mais uma realidade.

O mundo virtual compreende como mais uma maneira de se comunicar, que não anula o que é pessoal e que deve continuar existindo no ambiente da sala de aula.

Mas não pense que isso ocorre somente em sala de aula.

As empresas que buscam aperfeiçoamento constante de seus colaboradores, com a educação corporativa, por exemplo, têm investido principalmente em ferramentas online.

Na internet, são ofertados cursos de capacitação que oferecem melhores resultados e funcionários mais motivados, o que também faz parte da revolução tecnológica que constitui o futuro da educação.

Ferramentas e tecnologias

Como você deve ter percebido, o futuro da educação envolve uma série de fatores que vão desde a utilização de computadores para fazer pesquisas escolares até a criação e utilização de cursos online para compartilhar conhecimento.

Porém, não são somente buscas em sites de pesquisa que formam a educação híbrida. As ferramentas que auxiliam esse tipo de ensino vão muito além.

Há algumas previsões que mostram quais são as opções das empresas e instituições ao pensar no futuro da educação, e elas incluem:

  • Machine Learning: trilhas de aprendizado personalizadas e disponíveis na internet.
  • Gamificação: jogos que são experiências para os funcionários das empresas e alunos de instituições de ensino.
  • Realidade virtual e aumentada: aumenta o engajamento, já que o usuário tem a experiência da vida real através do virtual.
  • Aprendizado aplicativo e colaborativo: ultrapassa a relação do instrutor com o aluno, focando na interação.
  • Aprendizagem orientada pelo comportamento: o mais importante não serão os títulos obtidos, mas sim o relacionamento.

Percebemos que o futuro da educação está intimamente ligado com as tecnologias. Assim, a maior tendência para os próximos anos está na inteligência artificial, ou seja, a utilização da inteligência humana mediada por software.

Educação online x Educação offline

Para você ter uma ideia da expansão das formas de conhecimento, vamos apresentar alguns dados referentes ao crescimento da educação a distância no Brasil.

De acordo com o Censo da Educação Superior de 2016, enquanto o ensino presencial teve queda anual de 0,08% nas matrículas, o ensino a distância (EAD) teve expansão de 7,2%.

Entre os motivos são apontados:

  • a economia;
  • a facilidade e a agilidade;
  • a possibilidade de interação com os professores, que contribui para a aprendizagem.

Já conforme dados do Ministério da Educação (MEC), das 3,3 milhões de matrículas no ensino superior, registradas entre os anos de 2003 e 2013, um terço correspondia a cursos a distância.

De 49.911 alunos em 2003, o número foi para 1.153.572, dez anos depois.

Em 2014, segundo dados da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), o total de matriculados já ultrapassava a marca de 3,8 milhões.

Além disso, o Censo EAD revela que a grande maioria de cursos online oferecidos entre 2015 e 2016 são corporativos. Ou seja, as empresas também estão atentas às mudanças da educação e buscam oferecer essa possibilidade aos seus colaboradores.

Depois de todos esses dados, é praticamente impossível não acreditar que o futuro da educação está mesmo ligado ao uso das tecnologias.

Por isso, sabendo que as tecnologias são tendências na educação, vamos apresentar algumas características tratando das principais vantagens e desvantagens de cada modelo: online e offline.

Educação online

Vantagens:

  • Conciliar estudos com outras atividades;
  • Escolher o próprio horário de estudos;
  • Possibilidade de utilizar dispositivos móveis sem precisar se deslocar;
  • Estudar em casa;
  • Participar de fóruns com colegas e professores para debater e tirar dúvidas;
  • Possibilidade de pausar um conteúdo ou assistir novamente para compreender melhor;
  • Geralmente, possuem custos mais baixos;
  • Diplomas e certificados são iguais para cursos a distância ou presenciais.

Desvantagens:

  • Falta do contato físico com colegas e professores;
  • Se disciplinar para cumprir com os horários, tarefas e aprendizagem, sem a cobrança do professor;
  • Dificuldade de concentração por estar em casa.

Educação offline

Vantagens:

  • Compartilhar experiências de forma presencial, construir amizades;
  • Contato direto com o professor;
  • Formação de grupos de estudos;
  • Resultados quanto à organização, já que há horários pré-definidos;
  • Modalidade de ensino tradicionalmente conhecida.

Desvantagens:

  • Falta de flexibilidade de horários;
  • Deslocamentos;
  • Conversas paralelas ao longo do estudo;
  • Impossibilidade de assistir novamente a uma mesma explicação por quantas vezes quiser;
  • Mensalidades, normalmente, mais altas.

Como você pode ver, em ambas as modalidades há vantagens e desvantagens.

Por que, então, não aliar as duas formas de ensino e, a partir disso, contribuir para a educação do futuro, que é a educação híbrida?

Unir o online e o offline é uma maneira de despertar mais a atenção dos alunos em sala de aula e dos colaboradores em uma empresa, por exemplo.

É por isso que, se você é professor e quer estar sempre atualizado quanto às tendências da educação, deve buscar unir essas duas formas de ensino-aprendizagem.

Quer saber mais sobre como o professor pode atuar nesse mercado? Confira as dicas em mais um de nossos Hotmart Tips:

Principais tendências para os próximos anos

Agora que você já tem um panorama sobre o futuro da educação, vamos falar um pouco mais de cada uma das tendências de ensino-aprendizagem que já têm destaque e que são bastante procuradas.

Confira!

1. Realidade virtual

A utilização de tablets, lousas interativas e computadores faz parte do processo de transformações para o futuro da educação.

Uma das formas de utilizar a realidade virtual em sala de aula, por exemplo, é fazendo pesquisa de campo, ou seja, passeios e viagens que têm relação com o conteúdo ensinado. É possível conhecer museus importantes ou cidades históricas em outros países com a realidade virtual.

É claro que viajar fisicamente a algum local forneceria uma experiência mais ampla, mas nem sempre isso é viável. Por isso, a opção passa a ser utilizar a realidade virtual para permitir esse tipo de experiência para todos os alunos.

Hoje, já existem óculos especiais que permitem essa experiência e é possível até mesmo utilizar a ferramenta Google Expeditions.

2. Inteligência artificial

De acordo com a Tecmundo, a Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas. Enfim, é a capacidade de dar inteligência a algo que não seja uma pessoa.

Pode-se pensar em IA somente visando o futuro, robôs capazes de agir e pensar como humanos. Entretanto, hoje em dia já existem aplicações da IA em nosso cotidiano.

O e-mail, por exemplo, é capaz de reconhecer o que é spam e enviar para o lixo eletrônico.

Já nossos smartphones podem fazer buscas e pesquisas somente com o reconhecimento de nossa voz, e as respostas vêm por meio de assistentes virtuais.

Por que não utilizar ferramentas como essa para tornar a aula mais dinâmica?

3. Educação focada nas habilidades do aluno

Em uma sala de aula, certamente, há alunos que preferem atividades diferentes. Um se identifica mais com a realidade virtual, outro gosta de vídeos e outro prefere lidar com a terra.

Uma educação do futuro prevê o foco nas habilidades de cada indivíduo.

Assim, no início do ano, os alunos respondem a enquetes e, divididos em grupos, terão as aulas voltadas para suas preferências.

Mas, nem por isso, eles deixarão de ter algum conteúdo. Quem gosta de dança, por exemplo, poderá ter aulas de matemática aplicada à dança, e assim por diante.

Os jogos (gamificação) também entram nesse processo, podendo ser utilizados como forma de avaliação.

Isso vai ao encontro do ensino multidisciplinar, que pode ser utilizada durante a graduação, com as trocas de conhecimentos nos mais diferentes cursos e temas.

4. Aprendizado colaborativo

A aprendizagem colaborativa é uma metodologia de ensino que se baseia na interação, colaboração e participação ativa dos alunos.

Pode ser desenvolvido com workshops, palestras, treinamentos e cursos.

Mesmo com a presença de um professor, o foco é a troca de experiência e o envolvimento e motivação entre todos os participantes.

5. Pleno acesso à tecnologia

Aqui, consiste a importância de produzir conteúdo em vários formatos.

Ou seja, a partir do ensino de um determinado conteúdo, é possível que se desenvolvam diferentes atividades com a mesma temática, seja em forma de vídeos, páginas na internet, podcasts ou outros.

6. Transmídia

O futuro da educação também tem como aporte a metodologia Transmídia. Isso é, são diferentes mídias transmitindo conteúdos de forma que os meios se complementam.

Se o aluno utilizar apenas um canal para adquirir conhecimento, faltará parte da informação. Então, para ter acesso a mensagem completa, será necessário acessar diferentes mídias com conteúdo específico para cada uma delas.

7. Aprendizado prático (oficinas e prototipação)

Quando o conhecimento é posto em prática, o aprendizado é muito mais completo.

Essa, certamente, é outra tendência da educação. Proporcionar aos alunos oficinas práticas relacionadas àquilo que eles aprendem de forma teórica.

Isso é experimentar, o que significa, em outras palavras, prototipagem. Ou seja, o processo de criar protótipos: levantar hipóteses, planejar e analisar resultados.

A prototipação significa entender, na prática, como as coisas funcionam, atribuindo sentido à aprendizagem.

São testes e experiências desenvolvidas em sala de aula, focadas nas habilidades e com total liberdade para erros. Assim, com liberdade, é possível fazer novamente.

Essa é uma técnica talvez já mais conhecida no campo das ciências exatas, mas que pode ser ainda mais ampliada e também utilizada em outras áreas.

Faça parte do futuro da educação

Depois de ler todas essas informações, temos certeza de que você entendeu quais são as principais tendências para os próximos anos quando o assunto é educação.

Saiba que, se você quiser, pode também fazer parte dessas transformações.

Hoje, já é possível aplicar estratégias de ensino híbrido nas salas de aula ou até mesmo criar materiais que possam ajudar outros professores ou empresas a ampliarem os conhecimentos de seus alunos e funcionários.

Se você gostou dessa ideia, tem um conhecimento específico e quer fazer parte das transformações de ensino previstas para os próximos anos, confira nosso post que que ensina como criar cursos online, uma ferramenta fundamental para quem deseja trabalhar com ensino híbrido.

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