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Como administrar seu dinheiro: 21 dicas que te ajudarão a ter uma vida financeira saudável

Como administrar seu dinheiro: 21 dicas que te ajudarão a ter uma vida financeira saudável

Aprenda como fazer seu dinheiro render

A estabilidade financeira é um sonho para muitas pessoas, sejam elas empreendedoras ou não. Mas diante de uma economia tão imprevisível, está cada vez mais difícil planejar seus gastos e poupar o suficiente para construir um patrimônio, principalmente, para aqueles que pretendem começar um negócio próprio.

Neste post, compartilhamos 21 dicas simples para quem deseja ter uma vida financeira mais saudável, mesmo sem ter uma receita muito elevada.

Se você adotar pelo menos um dos hábitos a seguir, verá que, com o tempo, seu dinheiro renderá mais e você poderá investir nas atividades que mais gosta.

Já vamos te adiantar: a partir de agora, planilhas e calculadoras serão suas melhores amigas.  

1. Registre suas despesas fixas

As despesas fixas são aquelas que pagamos todos os meses, como aluguel, água, luz, telefone, internet, etc. Vale ressaltar que você deve incluir na lista impostos como IPTU e IPVA, durante todo o período em que estiver realizando esses pagamentos.

Ter um registro das despesas fixas é importante para você saber quanto da renda familiar sobra todos os meses para investir, poupar ou até mesmo gastar com atividades de lazer. Se você é um empreendedor, também deve ter um controle das despesas fixas de seu negócio, como aluguel e custos de produção.  

Existem várias maneiras de realizar esse controle, mas nós recomendamos manter uma planilha no Google Drive ou no Excel, pois além desses documentos estarem salvos e você não correr o risco de perdê-los, a própria ferramenta já faz os cálculos dos gastos e subtrai o valor das despesas de seu salário/lucro.    

2. Separe pelo menos 10% de seus rendimentos todo mês

Antes de pagar as despesas fixas, tente reservar pelo menos 10% de sua renda para investir. Se você trabalha de carteira assinada, isso significa que você deve retirar de seu salário, e se trabalha como autônomo, essa porcentagem incide sobre todos os seus ganhos naquele mês. 

O objetivo aqui não é apenas poupar o dinheiro por um período de tempo até poder gastá-lo em algo supérfluo, e sim aplicar esse valor para que ele possa render juros e tornar-se um patrimônio futuramente.  

No início, pode ser difícil “abrir mão” desses 10%, mas se você focar no resultado a longo prazo e conseguir adaptar seu estilo de vida sem fazer grandes sacrifícios, em menos de um ano, já começará a ver os primeiros resultados.  

3. Mantenha seus gastos pessoais separados dos gastos de seu negócio

Essa dica é válida para quem já tem um empreendimento ou pretende começar um. Muitos médio e microempresários ainda têm dificuldade de separar as despesas pessoais dos gastos do negócio, o que pode levar não só a prejuízos, como até mesmo à falência.

Essa prática é ruim pois você não consegue saber se seu negócio está dando lucro, afinal, está sempre subtraindo dinheiro do caixa. A falta de capital ainda impede que você promova melhorias em seus processos e melhore sua divulgação, o que, consequentemente, restringe o alcance de sua marca.

E, por último, misturar contas pessoais com as contas do negócio pode dar uma falsa impressão de “riqueza” e te motivar a gastar mais do que você realmente pode naquele momento.  

Portanto, recomendamos que você tenha duas contas separadas, caso seja um empreendedor. A boa notícia é que você pode usar a pessoa jurídica associada à conta para contratar planos corporativos para sua empresa, como saúde, alimentação, etc., que também ajudam na hora de poupar dinheiro.

4. Evite financiamentos

Os financiamentos são um perigo para o pequeno e médio negócio, pois representam um tempo longo de comprometimento e juros elevados. 

Sabemos que nem sempre é possível evitá-los, pois eles são úteis para captar recursos na fase inicial de seu empreendimento. Mas sempre que você precisar fazer um financiamento, opte por prazos menores e pesquise as condições das instituições financeiras, para escolher a opção com a menor taxa de juros.

Lembre-se que o financiamento também deve ser incluído em sua planilha de gastos fixos, durante todo o tempo de vigência do contrato.

5. Amortize dívidas sempre que possível

Caso você já tenha um financiamento ou empréstimo em seu nome, considere pagar mais parcelas simultaneamente, para reduzir o tempo de contrato e, é claro, os juros.

Mas veja bem, não estamos dizendo que você deve passar aperto financeiro para quitar suas dívidas mais rápido. O ideal é usar um dinheiro que esteja “sobrando” para adiantar as parcelas, ou seja, nada de mexer nas despesas fixas ou no fluxo de caixa de seu negócio.

Um exemplo de dinheiro que pode ser reservado para amortizar dívidas é um pagamento por um trabalho freelancer que você realizou ou benefícios trabalhistas, como o PIS (programa de Integração Social).  

6. Pesquise sobre títulos de investimento

Investir é uma maneira de assegurar que você não gastará dinheiro com um item supérfluo. Mas quando usamos a palavra investimento, tem-se a impressão de algo que exige conhecimento prévio.

Você também acha assim? Pois é exatamente o contrário!

Qualquer um pode investir, do conservador ao arrojado. Para isso, recomendamos que você estude os diferentes tipos de investimento para escolher aquele que é mais adequado ao seu perfil e converse com pessoas que têm conhecimento do assunto.  

Poupança

A poupança faz sucesso entre os brasileiros pois tem um formato simples de adesão: basta procurar qualquer instituição bancária, portando um documento de identificação, um comprovante de residência e pronto! Você já pode fazer depósitos todos os meses.     

É um tipo de investimento indicado para pessoas com o perfil conservador, pela certeza de rendimentos todos os meses, cerca de 0,5% + TR (Taxa Referencial), calculados pelo Banco Central.

Vale lembrar que o valor obtido com a poupança também depende do valor aplicado e por quanto tempo o dinheiro ficará investido.

CDB

Os Certificados de Depósitos Bancários (CDB) captam recursos para instituições financeiras. É como se você estivesse emprestando dinheiro para que o banco invista ou faça empréstimos para terceiros. Ao término do prazo acordado, você recebe um valor referente aos juros do empréstimo.  

Títulos públicos

Títulos públicos são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional para captar recursos para o financiamento de atividades e obras do Governo Federal. A remuneração para esse tipo de investimento ocorre na modalidade de pré ou pós-fixadas, em que o valor obtido é uma estimativa do valor do título no futuro, menos as taxas de juros.

Os investimentos são feitos por meio do site do Tesouro Direto mediante cadastro e contratação de uma corretora de valores para a compra e venda dos títulos.

Ações

Diferente das opções anteriores, o mercado de ações é indicado para perfis mais arrojados, pois o valor da ação pode oscilar muito entre o período de abertura e fechamento do mercado. As ações são participações societárias em empresas. Essa é uma forma encontrada pelas grandes empresas para obter dinheiro e financiar as atividades da companhia.

7. Estabeleça metas financeiras

Antes de mais nada, é preciso esclarecer a diferença entre objetivos e metas. Objetivo é aquilo que você pretende alcançar, enquanto metas são a definição do objetivo em termos quantitativos e com um prazo determinado.

Por exemplo: seu objetivo é aumentar o faturamento de seu negócio. Suas metas podem ser dobrar o número de transações nos próximos seis meses, aumentar o ticket médio de seus clientes em 50%, etc.    

Aproveite para ler nosso post sobre como estipular metas para seu negócio.

8. Dê preferência para compras à vista

Pode parecer clichê, mas qualquer especialista em finanças diria que nós só devemos comprar algo quando temos dinheiro para isso.

Portanto, fazer compras à vista é uma ótima estratégia para poupar dinheiro, pois evita que você gaste aquilo que não tem e fique enrolado com o cartão de crédito.

Muitos estabelecimentos concedem descontos para compras feitas à vista. Isso significa que você evita gastar dinheiro, e ainda tem a possibilidade de pagar menos para adquirir um produto.

9. Evite usar cartões de crédito

Essa sugestão está intimamente relacionada ao item anterior, pois é um incentivo à compra à vista.

Isso quer dizer que você nunca deve usar cartão de crédito? Claro que não!

O cartão de crédito representa uma grande comodidade para o consumidor, além de ser o meio de pagamento mais utilizado para fazer compras online. Nossa dica é que você evite usá-lo, quando estiver em uma situação na qual tenha dinheiro para pagar, pois o valor parcelado pode conter juros e se somar a outras despesas, e você só verá o tamanho do “estrago” quando a fatura chegar.

10. Estabeleça limite para gastos variáveis

Tudo o que não for gasto fixo pode ser considerado gasto variável, ou seja, despesas que podem ser deixadas para depois.

Mas sabemos que, na prática, não funciona assim. Às vezes, as pessoas querem realizar pequenos prazeres, como sair com os amigos, fazer uma viagem ou comprar um produto que não seja um item de primeira necessidade.

Nesses casos, nossa sugestão é que você estabeleça um limite para gastos variáveis. Reserve uma pequena quantia para suas atividades de lazer.

Sabemos que seu objetivo é poupar dinheiro, mas se você for obrigado a fazer muitos sacrifícios, pode acabar desistindo da empreitada. Estabelecer pequenas recompensas para quando atingir suas metas pode ser um incentivo para continuar, por mais que isso soe contraintuitivo.

Eleja cinco itens que você considera supérfluos e tente incluir pelo menos um deles em seu orçamento mensal.

11. Utilize ferramentas de gestão financeira

Se você não está familiarizado com planilhas e quer ter menos trabalho para controlar seus gastos, saiba que existem softwares e aplicativos de gestão financeira que podem ser úteis para essa tarefa, como o Guia Bolso, Bill Remender e Organizze.

Alguns deles oferecem a opção de fazer uploads de canhotos de cartão, acompanhar suas movimentações bancárias e até mesmo inserir lembretes para o pagamento de contas. Assim, você tem um controle de tudo que entra e sai de sua conta e não é pego de surpresa por juros de atrasos.

12. Busque fontes alternativas de renda

Atualmente, existem várias atividades que você pode desempenhar em casa e ser remunerado por isso. Como o marketing de Afiliados, que é uma modalidade de negócio na qual você divulga produtos de terceiros, em troca de comissões pelas vendas realizadas.

Se você é criativo e gosta de produzir conteúdo, pode criar um blog e escrever sobre um tema que gosta e que tenha facilidade para ensinar. Na mesma vertente da produção de conteúdo, você pode se tornar um Produtor Digital e criar um curso online para compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas.

Quem tem um canal no YouTube ou um perfil com muitos seguidores no Instagram pode se tornar um influenciador digital e ganhar dinheiro por meio de parcerias com marcas, venda de produtos e exibição de anúncios pelo Google AdSense.  

Em todos os exemplos acima, basta que você tenha um computador com acesso à internet. Mas se você não se identificou com nenhuma das profissões que sugerimos, pode conhecer outros meios de aumentar sua renda trabalhando em casa.

13. Tenha um orçamento médio  

Profissionais autônomos têm mais dificuldade para planejarem seu orçamento, pois não possuem renda fixa, nem benefícios trabalhistas.

A dica para não ser pego de surpresa é fazer uma média do faturamento de sua empresa nos últimos meses e identificar os períodos que você fatura mais/menos e os efeitos da sazonalidade (como datas comemorativas e eventos) em suas vendas.

O ideal é que sua renda mínima seja suficiente para bancar suas despesas fixas. Nos meses em que você ganhar acima da média, aplique a diferença na modalidade de investimento de sua preferência ou poupe para imprevistos.

14. Use a internet para fazer pesquisa de preço

Se você fizer uma busca rápida na internet, verá que um mesmo produto pode ser vendido em diferentes sites e por diferentes preços.

Por isso, sempre que for fazer uma compra, pesquise online para encontrar as alternativas mais adequadas a seu orçamento, afinal, na missão de poupar dinheiro, qualquer centavo conta.    

Existem algumas ferramentas, como o Buscapé, que buscam e comparam ofertas, ordenando do menor preço para o maior. Outra alternativa é utilizar os filtros de marketplace e e-commerces para encontrar os produtos mais em conta. Esses dois exemplos valem para o mercado de produtos físicos.

Se você estiver em busca de um produto digital, como cursos online e e-books, vale fazer uma pesquisa em grupos de Facebook ou se inscrever nas listas de Produtores, para acompanhar as ofertas e fazer uma comparação de preços.

Vale lembrar que, no caso dos produtos digitais, o preço não é o único fator que deve influenciar a compra. É importante considerar a quantidade de valor que aquele produto entrega, quais os problemas que ele te ajudará a solucionar e, se possível, encontrar um produto de alto valor agregado com um preço pelo qual você possa pagar.  

15. Participe de programas de pontos  

Os programas de pontos são ótimos para quem deseja economizar nas compras. Nesse modelo, você é recompensado a cada compra que faz e acumula pontos, que podem ser trocados por outros produtos e serviços, como passagens aéreas, por exemplo.  

A maioria dos cartões de crédito oferece programas de pontos cuja inscrição é gratuita e você é recompensado automaticamente a cada compra realizada.

O Dotz é um programa no qual você registra compras em seu CPF e depois pode sacar o valor acumulado ou usá-lo para realizar compras em múltiplos estabelecimentos.  

O Beblue é outra opção para quem deseja economizar nas compras. Trata-se de um aplicativo de cashback que devolve uma porcentagem do valor da compra. Esse dinheiro pode ser usado para adquirir produtos ou serviços em outras lojas conveniadas à plataforma.  

16. Considere planos de assinatura mensal  

Tem algum produto que é supérfluo, mas que você consome com frequência?

Considere a possibilidade de aderir a planos de assinatura. Dessa forma, você economiza mais do que se comprasse os itens separadamente, além da vantagem óbvia de receber sua compra em casa.

Vinhos, cafés, cervejas e produtos de beleza são exemplos de produtos que são comercializados por meio de clubes de assinatura.

No caso de produtos digitais, os programas de assinatura mensal são equivalentes às áreas de membros, que nada mais são do que ambientes virtuais de aprendizagem, nos quais os alunos podem consumir materiais disponibilizados pelo vendedor.

17. Compre itens usados

Com a evolução de pautas como minimalismo e consumo consciente, comprar itens usados é uma maneira de contribuir com o meio ambiente e ainda economizar dinheiro.

Existem vários brechós de roupas, sapatos e feiras voltadas para esse segmento, bem como lojas de topa tudo, que vendem móveis e eletrodomésticos seminovos e usados.

Na internet, o site Enjoei é uma plataforma na qual pessoas podem disponibilizar produtos usados para venda e todo o processo de compra é intermediado pelo site, com a exceção da entrega, que é de responsabilidade do vendedor. O mesmo acontece com E-bay e Mercado Livre, embora o foco dessas plataformas seja em produtos novos.

Você também pode participar de grupos no Facebook e trocar produtos e serviços com outros integrantes. O 1001 trocas é um site que viabiliza esse tipo de transação.

Consumir produtos usados é uma mudança cultural, afinal, sempre temos a ideia de que estamos pagando por um item estragado ou velho, mas caso você tenha interesse em conhecer mais sobre esse mercado, comece adquirindo produtos de pessoas nas quais você confia.

18. Não ignore os pequenos gastos  

Serviços que debitam diretamente no cartão de crédito, como Uber, Ifood, Cabify, etc., podem ser armadilhas para quem deseja economizar. Isso porque você gasta o dinheiro sem perceber e, quando chega a fatura, é surpreendido com múltiplas cobranças.

Logo, nosso conselho é não ignorar os pequenos gastos. Por mais que você faça corridas consideradas pequenas, esse valor se acumula ao longo do mês e pode se tornar um problema.

Prefira fazer trajetos a pé e, durante o dia, utilize o transporte público, pois dependendo da distância percorrida, ele ainda pode ser a alternativa mais barata.

É claro que não estamos dizendo que você deve deixar de usar aplicativos de transporte ou de delivery quando desejar ou se estiver atrasado, por exemplo. Apenas fique de olho para não usar esses serviços de maneira recorrente e sem necessidade.

19. Evite comer fora

Comer fora é um hábito caro dependendo da região na qual você trabalha ou onde seu negócio é localizado. Por esse motivo, sugerimos que você busque opções mais baratas ou até mesmo leve sua própria comida, se seu trabalho dispor de micro-ondas.  

Assim como no tópico anterior, não estamos falando que você não deva comer fora quando sentir vontade ou houver necessidade, e sim que você pode moderar suas idas a restaurantes com o objetivo de poupar dinheiro.

Se você trabalha em casa, será ainda mais fácil adaptar-se à nova rotina alimentar e essa mudança pode, inclusive, fazer bem para sua saúde, pois você terá mais controle sobre o tipo de alimento que está consumindo e como ele é preparado.  

20. Coloque faturas com vencimento próximo a seu pagamento

Muitos brasileiros têm o hábito de adiar seus pagamentos, por esse motivo, somos um dos países mais inadimplentes da América Latina, apesar de estarmos dentro da média mundial.

Mas, eis um motivo pelo qual não é bom adiar o pagamento de contas ou colocar boletos com vencimento para o final do mês: em algum momento, seus rendimentos acabam e você não tem dinheiro suficiente para honrar esses compromissos.

Resultado?

As contas acumulam, o que te faz perder o controle sob suas finanças. Para resolver esse problema, temos duas sugestões: uma delas é gastar menos (que é, basicamente, o que estamos falando o tempo todo neste post) e a outra é colocar o vencimento de seus boletos próximos ao dia de seu pagamento.

Dessa forma, você foge dos juros, já que não esquece de quitar nenhum serviço, e tem um controle maior do orçamento para o restante do mês.

Se você tem renda fixa, pode otimizar esse processo colocando suas faturas em débito automático. Essa alternativa não é tão boa para um profissional autônomo ou para quem tem uma empresa registrada em seu nome, como MEI ou como ME, já que você não tem uma receita garantida.

21. Guarde todo dinheiro extra

A 21ª e última dica é um pouco óbvia, mas faz toda a diferença para quem está querendo administrar melhor seu dinheiro e fazê-lo render. Ela nada mais é do que: guarde o dinheiro extra.

Sabe aquele pagamento que não estava previsto em seus ganhos fixos? Como a parcela do 13º salário, PLR (participação nos lucros e resultados), pagamento de freela e, no caso do empreendedor, um lançamento de produto com um desempenho acima do esperado.

Guarde esse dinheiro para aplicar, junto com aqueles 10% que nós já orientamos no início do texto. Como se trata de um dinheiro que não estava previsto em seu orçamento, você não sentirá falta dele na hora de pagar as contas.

Vale lembrar que quanto maior o montante investido, maiores os rendimentos e, consequentemente, mais dinheiro você terá para adquirir um bem durável ou promover melhorias em seu negócio.

Tem mais alguma dica de planejamento financeiro que você gostaria de compartilhar com a gente? Deixe nos comentários! E aproveite para ver nosso vídeo sobre como criar um negócio do zero, gastando pouco.

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