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E-commerce: tendências, plataformas e melhores estratégias

E-commerce: tendências, plataformas e melhores estratégias

O e-commerce é um modelo interessante para quem ter um negócio mais as vantagens de trabalhar online!

Diversas pesquisas mostram que mais da metade dos brasileiros preferem comprar pela internet, do que em lojas físicas. Com essa mudança nos hábitos de consumo, o e-commerce passa a ser uma excelente opção para quem deseja criar um negócio próprio e, ao mesmo tempo, ter a flexibilidade que o mercado digital propicia.  

Mas você sabe o que é um e-commerce? Sabe como criar o seu? Está em busca de maneiras para se diferenciar de outras lojas online? Fique de olho neste texto e aproveite para tirar suas dúvidas sobre o assunto!

Confira:   

Índice
O que é um e-commerce E-commerce ou marketplace? Tipos de ecommerce Vantagens de ter um e-commerce O passo a passo para criar seu e-commerce Tendências para ficar de olho Dicas para aumentar suas vendas

O que é um e-commerce

A palavra e-commerce é uma abreviação para electronic commerce que, basicamente, designa o comércio que é realizado online.  Esse tipo de negócio ganhou força nos últimos anos, quando os consumidores perceberam que a internet é um ambiente seguro para compra.  

É importante ressaltar que todo e-commerce é uma loja online, mas nem toda loja online é um e-commerce. Existem também outros modelos de comércio eletrônico como o marketplace, sobre o qual falaremos mais no próximo tópico.  Para ficar mais claro, uma loja online só é considerada um e-commerce quando ela vende produtos de uma única empresa como a Renner, por exemplo.

E-commerce ou marketplace?

Diferente do e-commerce, o marketplace funciona como uma vitrine virtual para diferentes empresas. Ou seja, os produtos disponíveis ali não pertencem a mesma loja, eles apenas estão em exibição na mesma plataforma.  O marketplace intermedia o pagamento, mas não é responsável pela garantia ou entrega do produto.

Para muitos empreendedores, esse modelo funciona bem, já que você não precisará comprar um domínio e ter outros gastos que fazem parte da criação de um e-commerce, basta inserir  os produtos na plataforma escolhida e divulgá-los.   

Outra vantagem de vender em um marketplace é que você usa a autoridade que a empresa já tem no mercado para atrair compradores, o que é bem mais simples do que as pessoas encontrarem seu e-commerce.

Uma pessoa tentando comprar um sapato ou uma bolsa terá muito mais facilidade para encontrar o site da Dafiti, quando estiver fazendo uma busca, do que sua loja. Em compensação, você não tem autonomia para definir a forma como o produto será exibido para os compradores.

Logo, o marketplace pode ser a melhor opção para quem comercializa produtos genéricos, pois você evita a concorrência e o trabalho envolvido na criação de um domínio próprio, enquanto o e-commerce apresenta algumas vantagens para quem tem um produto de nicho e quer falar para uma audiência mais segmentada.

Mas nada impede que você tenha um produto de nicho e queira vendê-lo em um marketplace. Seu modelo de comércio online dependerá do quanto de tempo e de dinheiro você está disposto a investir.

Tipos de e-commerce

Existem vários modelos de negócio para quem deseja trabalhar com venda online, tanto para quem opta pelo e-commerce como para quem opta por exibir seus produtos em um marketplace.  

B2B (Business to Business)

A sigla B2B, do inglês Business to Business, é aplicada a empresas que criam e-commerces para vender produtos para outras empresas. Normalmente, é utilizado para vender matérias primas como uma loja de peças para automóvel, por exemplo.

B2C (Business to Consumer)

Já o B2C é o modelo adotado por empresas que vendem para o consumidor final, e representa a maioria dos e-commerces. O e-commerce da Nike e da Vans são exemplos de comércio eletrônico B2C.

C2B (Consumer to Business)

O C2B é uma inversão do modelo de negócio tradicional, no qual o consumidor coloca seu serviço à disposição de empresas. Uma plataforma de freelancers como Workana é baseada nesse tipo de relação.

C2C (Consumer to Consumer)

E, finalmente, o C2C, que compreende as relações realizadas entre consumidores, comum em fóruns e marketplaces como o Enjoei (site para quem deseja vender itens usados), Mercado Livre e Ebay.   

Vantagens de ter um e-commerce

A seguir, mostramos algumas vantagens de criar uma loja virtual para vender seus produtos.  

Flexibilidade de tempo

Assim como citamos no início do texto, o e-commerce representa o equilíbrio perfeito entre ter um negócio próprio e ter mais tempo disponível, já que você pode criar sua loja virtual no conforto de sua casa, evitar o trânsito na ida e na volta do trabalho, e todos os empecilhos que são comuns para quem tem um negócio físico.

Autonomia

Quando você cria um e-commerce tem liberdade para decidir o layout mais alinhado ao seu produto e aos interesses de seu público-alvo, além de não precisar repassar comissões para terceiros.  

Baixo investimento  

A vantagem de ter um negócio online é que você não precisa se preocupar com despesas como luz, aluguel e salário de funcionários.

No início você só precisará comprar um domínio e contratar um servidor de hospedagem. A boa notícia é que ambos possuem planos anuais bem acessíveis e você pagará em torno de R$100, para começar.

Existem, ainda, vários templates prontos para sua loja disponíveis na internet, o que significa que você não precisará arcar com custos de programação e design, desde que escolha a ferramenta certa.

Vendas escaláveis

Para fazer uma venda em uma loja física você precisa de um prazo para abordar a pessoa, acompanhá-la enquanto ela avalia os produtos, apresentar suas vantagens e, por fim, realizar o pagamento. Já na loja online o processo de compra é mais dinâmico e você pode realizar várias vendas a partir de um mesmo anúncio e, inclusive, fazer vendas simultaneamente.   

No caso de produtos físicos, quanto mais vendas quiser fazer, mais precisará investir para montar um estoque. Mas se você optar por comercializar produtos digitais, aquele item pode gerar retorno enquanto estiver disponível para acesso.   

Desvantagens de ter um e-commerce

Assim como qualquer negócio, ter um e-commerce também tem suas desvantagens, principalmente quando falamos de produtos físicos. É importante você colocar na balança para saber se os prós valem o investimento. De repente, você pode buscar outros modelos de negócio.   

Criação de estoque

Um dos principais problemas de ter um e-commerce é ter estoque de produtos para atender a demanda de seus compradores, por dois motivos: você ainda não sabe qual produto sairá mais e, é bem provável que não tenha espaço físico em sua casa para armazenar tudo.

Mas fique calmo, pois existem algumas opções para contornar esse problema. A primeira delas é vender produtos consignados: você coloca o produto de outras pessoas expostos em sua loja, em troca de uma comissão por cada venda realizada. Dessa forma, você não precisa investir para criar um estoque.

Outra alternativa é vender produtos apenas por encomenda, como a Tabacco and Leather, que é uma loja de acessórios de couro como cintos e colares. Eles produzem itens sob medida, de acordo com a demanda dos compradores. Nesse caso, os itens só começam a ser feitos, depois que o pagamento é aprovado.

Alta concorrência

Do mesmo jeito que você está pesquisando para criar seu próprio e-commerce, milhares de outras pessoas já tiveram a mesma ideia, portanto, a concorrência é um dos primeiros fatores que você deve considerar antes de investir seu dinheiro na criação de uma loja online.

Que tipo de produto você pretende oferecer? Já tem outros e-commerces que oferecem algo parecido? Você pode oferecer melhor? Estude seu mercado antes para oferecer soluções realmente diferenciadas que agreguem valor à vida dos compradores.  

Entregas

A logística de entregas pode ser um verdadeiro pesadelo para o empreendedor, já que, no Brasil, existem poucos serviços especializados para a entrega de produtos. Você não quer ficar conhecido por atrasar os pedidos de seu e-commerce, não é mesmo? Fique atento, pois vamos falar mais sobre esse assunto no próximo tópico.

O passo a passo para criar seu e-commerce

O processo de criação do e-commerce é tão intuitivo quanto o tutorial que fizemos sobre como criar um blog. Confira o passo a passo.

Compre o domínio

Assim como em qualquer outro site, a escolha do domínio deve estar relacionada ao produto que você venderá em seu e-commerce , ser um nome simples e de fácil assimilação. O processo de compra de domínio deve ser feito pelo site Registro.br. Se você já possui um site, pode criar um diretório dentro dele para sua loja, ex: www.modaplussize.com/loja (URL fictícia)  

Escolha uma ferramenta de e-commerce

Caso você não tenha conhecimento técnico em programação, o mais indicado é utilizar ferramentas de e-commerce online.

Além de várias possibilidades de customização, essas plataformas reúnem todas as funcionalidades que você precisa para começar. Existem serviços como Loja Integrada, Loja Virtual, Minestore, Shopfy, Nuvemshop que oferecem soluções inteligentes para criar sua loja online. Cabe a você estudar cada uma delas e decidir qual atende melhor suas necessidades.

Uma boa dica é pesquisar em grupos do Facebook sobre e-commerces, pois você fica conhecendo a opinião das pessoas que utilizam estes serviços e pode tomar uma decisão mais bem informada. (Em breve, teremos um post aqui no blog, específico sobre plataformas de lojas virtuais, continue nos acompanhando!)

Selecione o modo de pagamento

Na própria ferramenta de e-commerce, você consegue configurar as opções de pagamento para seus produtos, incluindo depósito em conta, cartão de crédito, paypal, boleto, etc. Lembramos que é importante oferecer o maior número de formas de pagamento para seu cliente, desde que isso não prejudique seu lucro ou afete sua logística de negócios.  

Escolha o tipo de produto: físico ou digital

A escolha do produto que você venderá pode ser tanto o primeiro passo do processo de criação de seu e-commerce, como o último, mas é, com certeza, um dos mais importantes, já que ela impactará nas etapas de distribuição e logística.  

Os produtos físicos são a escolha mais comum porque este é o tipo de mercado com o qual estamos mais acostumados. São bens de consumo duráveis ou não duráveis, como livros, alimentos, roupas, sapatos, etc.

Já os produtos digitais são distribuídos online e, geralmente, são conteúdos educativos como ebooks, cursos online, softwares e serviços de assinatura.

>> Para entender mais sobre o mercado de produtos online, clique aqui.  

Além da logística mais simples, no caso de produtos digitais suas vendas são escaláveis e não existe limite para a quantidade de transações que você pode fazer, pois a disponibilização de seu produto não depende de estoque. Enquanto ele estiver à venda, você pode gerar renda a partir dele.

Em contrapartida, esses produtos estão mais sujeitos à pirataria e ampla distribuição online. Portanto, é preciso ter um cuidado extra em sua distribuição. Algumas plataformas de ensino à distância como o Hotmart Club, possuem mecanismos para inibir esse tipo de prática, mas vale ressaltar que a pirataria é um crime comum, portanto, cada vez mais difícil de erradicar.   

Cuide da logística

Um dos fatores que deixa as pessoas mais inseguras na hora de comprar online é o fato de que elas não “levam” o produto para casa após o pagamento, com exceção aos produtos digitais que acabamos de citar, que podem ser acessados a partir do momento que o pagamento é aprovado.

Portanto, um dos maiores desafios do empreendedor que quer ter um e-commerce é criar uma logística de distribuição que seja funcional tanto para ele, como para o comprador. É preciso definir se os produtos serão feitos por encomenda ou se haverá um estoque para venda, e se houver um estoque, quantas unidades ficarão disponíveis. 

Além disso, você deve pensar nas melhores opções para o transporte da mercadoria. E-commerces menores utilizam os correios, por ser um serviço com um preço acessível e que atende todo o país. Mas, dependendo de seu nível de demanda, talvez seja interessante pensar em métodos de entrega alternativos, como transportadoras.

Algumas lojas físicas que também possuem e-commerce dão para o consumidor a opção de pegar a encomenda na loja e, dessa forma, economizar com o frete.

Dica extra: Crie um e-commerce dentro de sua página no Facebook

Você não precisa pagar ao Facebook para adicionar e comercializar seu produto. Para adicionar uma seção Loja à sua página,  siga o tutorial abaixo:

  1. Clique na seção Loja em sua página. Se não encontrar essa guia, clique em Configurações, no canto superior esquerdo e,em seguida, na opção Editar Página. Neste menu selecione o botão Adicionar uma guia.
  2. Se você concordar com os Termos e Políticas de Comércio, clique em Continuar. Por motivos de segurança, sua senha do Facebook poderá ser solicitada novamente.
  3. Selecione a opção Mensagem para comprar para que seus clientes possam entrar em contato quando estiverem interessados em algum produto, ou Finalizar a compra em outro site para enviar os clientes para outra página, para concluir a compra. Em seguida, clique em Continuar.
  4. Escolha a moeda que você deseja utilizar em suas transações. Essa moeda será aplicada a todos seus produtos e não poderá ser trocada, a menos que você exclua sua seção Loja e crie uma nova.
  5. Clique em Salvar.

Concluído esse passo, você pode começar a inserir seus produtos.

Tendências para ficar de olho

Nos próximos anos o mercado eletrônico deve passar por algumas mudanças para se adaptar às necessidades dos consumidores. Confira algumas tendências e como você pode se adaptar a elas.

E-commerce cada vez mais responsivos

Apesar da maioria das pessoas acessar a internet via dispositivos móveis, muitas lojas virtuais ainda não se adaptam bem à telas menores, como a do smartphone. A tendência é que nos próximos anos, essa realidade mude, já que o design responsivo é um dos itens que mais influencia na experiência do usuário.

Novas formas de pagamento

Algumas empresas como Apple, Amazon e Paypal já estão testando novas formas de pagamento para seus produtos. A ideia é que, em breve, o consumidor não precise mais de cartões de crédito e possa usar a digital ou qualquer outro tipo de identificação para concluir a compra. O objetivo dessa mudança é aumentar a confiabilidade do processo como um todo, e reduzir fraudes envolvendo meios de pagamento, como o cartão de crédito.  

Análise do comportamento do consumidor

Esse item não é mais uma tendência, pois já faz parte da realidade de quem trabalha com vendas online. Algumas ferramentas, como o Google Trends, que mostra as buscas mais realizadas no momento, e o Google Analytics, que revela o comportamento dos visitantes dentro de sua página, podem te dar informações valiosas sobre sua audiência e ajudá-lo a atrair mais clientes.

Programas de pontos

Atualmente, várias empresas trabalham com esse modelo, no qual o cliente é recompensado cada vez que faz uma compra, e pode trocar pontos acumulados por novos produtos ou serviços. A “competição” pelos pontos incentiva novos consumidores a continuarem comprando e pode funcionar como uma estratégia para “recuperar” clientes antigos.

Convergência entre online e offline

E-commerces de produtos físicos já estão de olho em maneiras de criar uma experiência mais completa para seus consumidores.

A Amaro, loja de roupas femininas que surgiu no meio online, inovou ao criar uma loja conceito na qual as consumidoras podem experimentar os produtos que viram no site, fazer a compra por totens de autoatendimento e, depois, receberem a mercadoria em casa, em até cinco horas corridas.  

Com isso, eles uniram o melhor dos dois mundos, que é a possibilidade de experimentar o produto e não precisar andar com sacolas nas mãos, já que a mercadoria é entregue em domicílio. Consumidores que preferirem também podem continuar fazendo a compra 100% online.

Aplicativos próprios

Alguns e-commerces já estão desenvolvendo aplicativos próprios para facilitar a navegação de seus clientes e tornar o processo de compras mais intuitivo. Com essas ferramentas, o comprador pode inserir informações de pagamento, eliminando a necessidade de preencher esses dados sempre que for concluir uma nova transação. Esse canal também serve para entregar conteúdo para os compradores de maneira consistente.   

Chatbots

Chatbots são interfaces de conversação que auxiliam sua audiência em determinadas tarefas que podem ser resolvidas com perguntas e respostas. Os chatbots mais inteligentes detectam o que o cliente procura a partir do uso de palavras-chaves e até sugerem serviços complementares, o que os torna excelentes ferramentas para atendimentos cujo problema é de fácil solução.

Aproveite para conferir nosso post completo sobre o assunto.

Dicas para aumentar suas vendas

Pode parecer bobagem, mas nem sempre o preço é o principal motivador da compra. Acredite, se o produto tiver maior valor agregado e ajudar o cliente a resolver um problema, ele não se importará de pagar mais por isso.

Por outro lado, uma má experiência de compra pode arruinar seu relacionamento com o cliente. Veja algumas dicas que podem ajudar a diminuir as objeções dos clientes e, consequentemente, aumentar suas vendas.

Tenha um menu intuitivo

Se o consumidor precisa navegar muito pelo seu site para encontrar os itens que está procurando, ele pode acabar desistindo da compra. Seu menu deve ser claro e intuitivo para facilitar o processo de busca.   

Coloque produtos em destaque em seu site  

Ter uma lista de produtos mais vendidos, produtos mais bem avaliados, escolhas do consumidor, entre outras segmentações ajuda a reduzir o tempo de pesquisa do consumidor e melhorar a experiência dele em sua página.  

Faça posts patrocinados

Mais de 60% dos consumidores buscam indicações na internet antes de fazer uma compra. Faça posts nas redes sociais e entre em contato com influenciadores digitais para endossar seu produto. 

Capriche na descrição

Quanto mais informações você fornecer sobre o produto, mais segurança o consumidor sentirá para fazer a compra. Principalmente se você trabalhar com produtos digitais, que não podem ser tocados.  

Se esse for o caso, você deve deixar claro que está vendendo um produto digital e que a entrega será feita, exclusivamente, online. Se possível, utilize imagens que ajudem a materializar seu produto, como uma pessoa lendo em um tablet.     

Exponha a avaliação de compradores

A avaliação de produtos é um gatilho poderoso para aumentar suas vendas, por isso certifique-se de deixá-las em exibição em seu e-commerce. Vale ressaltar que a quantidade de avaliações escritas tem mais peso para a decisão de compra do que a nota geral obtida pelo produto, de acordo com o Instituto Baymard.  

Acompanhe as mudanças do mercado

Na internet tudo muda muito rápido. Por isso, é importante estar atento ao mercado e, principalmente, conhecer as principais novidades em seu segmento. Monitore a concorrência para saber como ela se relaciona com seu público-alvo e foque nas dores que são negligenciadas pelos grandes varejistas. Essas alternativas podem ter um retorno financeiro rápido, uma vez que a concorrência é menor.   

Crie conteúdo de valor

Para fazer mais vendas, você precisará ter uma estratégia multicanal que contemple redes sociais, e-mail e blog. Mas não basta estar presente em todas as mídias, o empreendedor tem que oferecer um conteúdo de qualidade, que realmente agregue valor à jornada do comprador. Para isso, é preciso conhecer muito bem sua persona e saber que tipo de assunto é interessante para ela.   

Faça uma copy atrativa

A copy é a abreviação para o termo inglês copywriting, que é a habilidade de escrever um texto cujo objetivo é convencer o leitor a realizar uma ação.

A dica de ouro para uma boa copy é: foque nos benefícios e não nas características do produto. Por exemplo, você vende um curso online que ensina como se exercitar em casa. Ao invés de escrever “faça uma aula de 40 minutos de exercício funcional”, você pode usar “aprenda a se exercitar usando utensílios que você tem em casa”, e reforçar o que o comprador extrairá daquele conteúdo.

Incentive o compartilhamento de sua página nas redes sociais

As redes sociais ajudam a gerar quantidades enormes de tráfego para seu site, contribuindo para o famoso brand awareness, que é o fenômeno no qual outras pessoas passam a conhecer sua marca.

Uma maneira simples de incentivar as interações é colocando botões de compartilhamento de redes sociais em seu site. Também sugerimos que você faça testes para descobrir os melhores horários para postar em sua página, dessa forma, aumentam as chances de mais pessoas interagirem com aquele conteúdo.  

Deixe claro os direitos do consumidor

Apesar do mercado eletrônico estar em franco crescimento, a insegurança ainda é um fator que impede muitos consumidores de comprarem online. Para derrubar esta objeção, deixe claro todas as políticas que resguardam o direito de seu consumidor, como:  

Política de troca ou devolução

Pode parecer estranho, mas consumidores se sentem mais seguros para comprar quando sabem que podem solicitar um reembolso por aquela compra ou trocar o produto, caso o item não se adeque a suas necessidades.

Política de privacidade

É o documento que explica como os dados fornecidos pelo comprador (nome, e-mail, dados de pagamento) serão utilizados pelo site. Ao concordar com ela, o consumidor admite que está cedendo essas informações por espontânea vontade.

Perguntas frequentes

A seção de perguntas frequentes, também conhecida como FAQ, reúne os questionamentos mais comuns de sua audiência sobre sua loja e os produtos que estão expostos ali, condições de pagamento, entre outras informações. Funciona como um serviço de suporte para demandas menos complexas, mas é interessante que você forneça um e-mail de contato para as dúvidas que não estiverem contempladas nesse documento.  

Conclusão

Se você pretende criar um e-commerce, já viu neste post os primeiros passos para começar.

Mas é importante saber que para se diferenciar do mercado você precisará ir muito além do “arroz com feijão”, e estudar constantemente para oferecer um serviço de alto valor agregado para sua audiência. Se você ainda está começando, confira nossas dicas para fazer sua primeira venda online. Até a próxima!

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