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Nativos digitais: quem são e como trabalhar com esse perfil?

Nativos digitais: quem são e como trabalhar com esse perfil?

Conheça a geração dos nativos digitais, suas características de trabalho e principais vantagens para o mercado!

Você já parou para analisar o quanto estamos imersos na realidade tecnológica?

Ao longo do tempo, fomos agregando ao nosso cotidiano novidades como as redes sociais e o uso de sistemas cada vez mais modernos.

No entanto, uma nova geração já cresce imersa nesse mundo comandado pela tecnologia, os chamados nativos digitais.

É bem provável que você conheça alguém que faça parte desse grupo ou seja um deles. Pensando no impacto dos nativos digitais, nós criamos este post no qual falaremos sobre as características gerais desse grupo, os desafios de lidar com ele e também as vantagens de contar com nativos digitais no ambiente corporativo.

Curioso? Continue com a gente!

Quem são os nativos digitais

O termo nativo digital foi usado pela primeira vez em 2001 por Mark Prensky, professor e educador. Ele o criou justamente para designar a geração de pessoas que cresceu na era digital.

O grupo assim denominado é aquele que está acostumado e confortável com a tecnologia, considerando-a inclusive uma parte necessária de suas vidas.

As crianças e adolescentes são geralmente considerados nativos digitais, além dos jovens adultos, mas isso não é uma regra, visto que há uma série de fatores socioculturais e econômicos para uma pessoa estar inserida nesse meio.

O oposto a esse grupo são o que chamamos de imigrantes digitais, aquelas pessoas que precisam se adaptar às tecnologias.

Como trabalhar com nativos digitais?

Os millennials são um dos principais grupos que compõem os nativos digitais. Portanto, eles têm algumas características que os diferenciam no mercado de trabalho daquelas gerações mais antigas como os baby boomers.

A Page Personnel fez um compilado de diversas pesquisas sobre os millennials. Entre elas está um estudo da PwC no qual cerca de 95% dos millennials consideram importante haver um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Ou seja, eles não querem apenas viver focados na carreira, mas também obter boas experiências pessoais.

Isso nos leva a um fato interessante: o anseio pela satisfação profissional. É interessante observar o quanto esse grupo é engajado, quer ter uma atuação de impacto e se preocupa com o posicionamento do negócio em diferentes causas, como ambientais e sociais.

Ainda com base no estudo da PwC, foi constatado que 52% dos jovens entrevistados colocaram a progressão de carreira como um ponto importante a ser considerado na procura por uma vaga em detrimento, por exemplo, ao salário.

A preocupação dessa geração está ligada ao aprendizado, mais especificamente a obter conhecimento para poder ascender no âmbito profissional — e de maneira rápida.

Outro aspecto importante percebido por quem trabalha com os nativos digitais é que eles precisam de um horário flexível, e isso impacta de forma direta na sua produtividade.

Dar essa liberdade para que eles possam realizar seu trabalho sem ter aquela obrigação de horário faz com que eles estejam propensos a apresentar resultados satisfatórios, além de ter um impacto na permanência desse grupo dentro da organização.

Desafios para o negócio

Um negócio que deseja conquistar e reter talentos dessa geração precisa estar preparado para enfrentar desafios.

Como vimos, mais do que oferecer um bom salário, essa geração procura uma organização que tenha propósito, investindo em sua marca não só para o público externo, mas também interno.

Outra questão importante é o imediatismo. A geração de millennials, por exemplo, quer que tudo aconteça de maneira acelerada, como a se a vida fosse parte do mundo virtual, e tudo pudesse mudar a um clique.

Logo, o negócio e as outras gerações precisam encontrar um meio-termo para o desenvolvimento de uma relação saudável e que atenda a ambas as partes. Ou seja, que haja espaço para o desenvolvimento de todos os grupos, mesmo que eles se diferenciem em ação.

4 ações que mostram como os nativos digitais são um bom público no trabalho

O nativo digital enxerga o mundo de maneira diferente e, por isso, impõe uma série de desafios ao mercado, como mostramos.

Mas, ao mesmo tempo, a inserção desse grupo no empreendimento é algo que traz também uma série de benefícios. Confira a seguir!

1. Dinâmicos e inovadores

A agilidade com a qual se comunicam, bem como o uso de tecnologias para tudo e a todo o momento faz com que os nativos digitais tenham dois grandes diferenciais: a dinamicidade em seu dia a dia e a inovação. Ou seja, eles conseguem ter um pensamento rápido para solucionar questões.

Além disso, são criativos e buscam o desenvolvimento de metodologias inovadoras. Isso significa que eles estão abertos a criar produtos/serviços, pois são expostos diariamente a novidades tecnológicas, que exigem a sua adaptação.

2. Comunicativos

Outra característica marcante do nativo digital é a sua capacidade de comunicação. O indivíduo que faz parte dessa geração consegue não só se informar com rapidez, mas também transmitir o que foi recebido na mesma velocidade.

A presença de várias tecnologias que permitem a fluidez comunicacional favorece a interlocução.

A pessoa comunicativa ainda tem outras características igualmente importantes, como a convicção e o entusiasmo diante do repasse da informação.

Isso facilita as trocas dentro e fora do ambiente corporativo, o que permite repasse de mensagens, mas também a propagação de bons comportamentos.

3. Mentores e aprendizes

A cultura de aprendizado e repasse do conhecimento é bastante forte entre os nativos digitais.

Como eles vivenciam a transformação digital e precisam se adaptar constantemente ao surgimento de novas tecnologias, desejam aprender cada vez mais. Afinal, um dos motores para isso é o fascínio do grupo por desafios.

Mas eles não só aprendem e pronto. Outro ponto importante da característica dos nativos digitais é a sua capacidade de ensinar e a sua vontade de fazer. Não é à toa, eles enfrentam posições de poder e autoridade sem medo.

4. Hiperconectados

Para os nativos digitais, a tecnologia e a internet são como parte do próprio corpo. Ou seja, ela é indissociável do dia a dia.

Com isso, esse público pode ser considerado hiperconectado, o que se apresenta como benefício para o negócio.

O fato de estar ligado às novidades tecnológicas a todo o momento faz com que eles tragam constantemente para dentro da organização dados novos.

Associado à facilidade de operar máquinas distintas, a hiperconectividade se torna um diferencial competitivo de mercado, além de uma troca mais rica entre organização e colaborador.

Os nativos digitais e o futuro

Os nativos digitais já estão acostumados com a agilidade em seu dia a dia, seja na hora de comprar um produto/serviço ou mesmo no processo de produção e entrega deste. Isso é um fator crucial, que já tem mudado a cara do mercado e resultando em mais sucesso para o negócio.

A própria organização terá que absorver essa necessidade para conseguir aplicá-la em seu cotidiano.

Além disso, por essa geração ser mais conectada, atenta, preocupada com as necessidades (ambiente, social e outras), o mercado terá que buscar uma maneira de se encaixar, a fim de atrair os talentos do grupo.

Os nativos digitais estão provocando uma ruptura não só no mercado, mas na sociedade como um todo.

Assim, aqueles que sabem lidar com os anseios dessa geração acabam se adaptando melhor a uma nova realidade e colhendo os benefícios destacados.

Gostou desse post? Entenda também o conceito de maturidade digital e mantenha-se atualizado.

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