Fechar Notificações

Não perca mais nada!

Ative as notificações do blog para ser avisado sempre que tiver conteúdo novo!

Fechar Newsletter

JUNTE-SE A MILHARES DE EMPREENDEDORES DIGITAIS!

Receba os melhores conteúdos para crescer seu negócio online.

Fechar Semana do YouTube

Data: 03/09 a 07/09

Aprenda técnicas para criar conteúdos que engajam e aumente a quantidade de seguidores de seu canal!

Inscreva-se

O que é Gig Economy?

O que é Gig Economy?

Conheça mais sobre o mercado freelancer e veja como fazer parte dele.

Não tenha dúvidas, o termo Gig Economy estará cada vez mais presente no cotidiano das pessoas.

E não porque o mundo está ficando mais tecnológico, mas porque esse setor, também chamado de “mercado sob demanda” ou “mercado freelancer”, abriga uma série de possibilidades e benefícios sem precedentes para profissionais e empresas que estejam dispostos a trabalhar nele.

Mas, qual a melhor definição para Gig Economy?

Um mercado que une profissionais sem vínculo empregatício com empresas que desejam mão de obra temporária e especializada para serviços esporádicos. Ou seja, é o cenário perfeito para freelancers e nômades digitais.

Esse dinamismo permitiu que profissionais desempregados, no início de suas carreiras ou que não se adequassem ao modelo tradicional de emprego pudessem trabalhar, enquanto empresas não mais precisavam inchar suas folhas de pessoal para terem especialistas cuidando de realizações específicas.

Um bom exemplo disso são os gestores de mídias sociais. Empresas e indústrias podem terceirizar a gestão de suas redes sociais para especialistas no assunto e focarem exclusivamente em seus core business.

Consultores de marketing para Instagram, especialistas em criptomoedas e até produtores e editores de vídeos também fazem parte do hall de profissões e especialistas aclamados na Gig Economy.

Quer saber como você pode se tornar um Gig trabalhador e se sair bem nesse mercado próspero? Acompanhe essas dicas.

Comece escolhendo uma carreira freelancer

O pontapé inicial é determinar qual carreira freelancer seguir.

Existem muitas opções e estilos de trabalho, entre eles, alguns merecem destaque:

Transporte de passageiros ou encomenda

Motoristas habilitados, proprietários de veículos e usando um bom GPS podem entrar na Gig Economy e trabalharem transportando usuários de aplicativos ou encomendas.

Uber e Uber Eats são os exemplos mais conhecidos no Brasil dessa modalidade.

Consultoria

Profissionais com grandes currículos e experiências podem investir nesse mercado oferecendo cursos e horas de consultoria para seu público-alvo.

Elas podem ser desenvolvidas remotamente por meio de aplicativos de videoconferência ou por videoaulas no modelo de cursos online, que é mais escalável.

Venda de artesanatos em plataformas especializadas

Artistas podem desenvolver sua arte em qualquer lugar do planeta e vendê-la também.

Plataformas de e-commerce como a americana Etsy e a Elo 7 no Brasil garantem todo o ambiente e tecnologia necessária para que lojas virtuais sejam criadas em poucos minutos.

Fotografando seus produtos e colocando para vender, tais empreendedores podem viver na Gig Economy fazendo o que mais amam.

Ghostwriter e demais profissionais do marketing digital

Gerenciadores de mídias sociais, redatores, especialistas em SEO, diagramadores, revisores, estrategistas de marketing e muitos profissionais da área de marketing digital podem tranquilamente dominar esse mercado.

Fotógrafos

Várias empresas de banco de imagem compram fotografias para comercializá-las na internet.

Além disso, podem vender também suas produções para sites, jornais e revistas, ou mesmo criar um portfólio online para buscar seus próprios clientes.

Tutores e professores

Outro nicho bastante explorado e com grandes possibilidades são os produtores de conteúdo em formato de vídeo.

Eles podem criar cursos especializados e comercializar como produtos digitais ou criar aulas ao vivo para acompanhar e tirar dúvidas sobre as matérias apresentadas.

Ainda é possível mesclar duas ou mais dessas oportunidades de carreira, como um fotógrafo que decide criar um curso online para edição de imagens em programas específicos como o Photoshop, por exemplo.

Uma boa maneira de estruturar uma estratégia para atuar no mercado sob demanda é investigar quais empresas e plataformas oferecem oportunidades de trabalho nessa modalidade.

Uber, Amazon Flex e AirBnB são bons exemplos.

Formalize seu modelo profissional

Existem duas razões fortes para que a formalização dessa carreira seja realizada.

A primeira são os benefícios e obrigações legais. A segunda, é a possibilidade de oferecer serviços para empresas e clientes que exigem Nota Fiscal.

Dessas duas razões, estratificam outras tantas, como abertura do leque de clientes ou ter mais credibilidade na hora de concorrer por um projeto com outro freelancer não formalizado, por exemplo.

A formalização por meio do cadastro como Microempreendedor Individual (MEI) oferece uma infinidade de categorias para classificar o tipo de trabalho exercido, e, com uma contribuição mensal reduzida, o profissional tem garantido a aposentadoria tradicional, além das licenças regulamentadas para os trabalhadores.

O regime tributário também é personalizado para seu perfil e isso é muito importante quando as alíquotas do Imposto de Renda (IR) são levadas em consideração.

Após o valor mínimo de rendimentos para se declarar como isento for ultrapassado, ou seja, R$1.907,35, os descontos podem pesar na receita do profissional.

Com o MEI, suas receitas são computadas em seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e seu limite é aumentado para R$81.000,00 anuais desde o início de 2018.

Sua declaração do IR, então, passa a ser especial e viabilizando a atividade formalizada.

Construa um networking forte

O networking é fundamental não só para gerar novas oportunidades de trabalho na Gig Economy, mas também para ter a mentoria de outros profissionais igualmente especialistas em suas respectivas áreas.

Ou seja, sua rede de contatos precisa ser fortalecida com grandes mentores que estejam dispostos a trocar conhecimento. Assim, a relação profissional será vantajosa por ser construída por uma via de duas direções de aprendizado.

Um coach de liderança, por exemplo, pode ser a referência para um e-book de um ghostwriter, enquanto este, por sua vez, pode retribuir o apoio dando dicas de otimização das redes sociais do primeiro.

Em sua função mais básica, o networking também pode trazer novos clientes e parcerias de negócio. Por isso, mais importante que quantidade, é a qualidade das conexões.

Planeje as finanças e sua aposentadoria

Um estudo recente da Prudential avaliou como as faixas geracionais Baby Boomers, Millennials e Gen X se comportavam como gig trabalhadores.

E, enquanto os Millennials demonstravam ter escolhido o modelo de trabalho pela liberdade e realização profissional, os demais estavam nela por algum motivo externo, como a crise econômica, por exemplo.

Além disso, os profissionais dessas gerações demonstraram concordar que existe o risco da incerteza em relação aos ganhos, e que poupar é preciso tanto para as emergências quanto para a aposentadoria.

A Gen X, no entanto, é a que mais relata dificuldades financeiras. 63% deles dizem estar sofrendo para manter as contas mensais, mesmo sendo os que trabalham mais horas por semana.

Isso acontece porque Millennilas e Baby Boomers são melhor remunerados na Gig Economy e têm mais controle de suas despesas, com muitos deles já possuindo casa própria ou ainda morando com os pais, enquanto a Gen X vive o momento de crescimento familiar.

Planejar as finanças, cortar gastos desnecessários e programar a aposentadoria, no entanto, são excelentes soluções para o que muitos profissionais acreditam ser o maior desafio da Gig Economy: a instabilidade nos ganhos.

É o que muitos nômades digitais fazem. Vivendo o sonho profissional de viajar o mundo enquanto trabalham, eles são um dos representantes máximos da Gig Economy, pois quase todos atuam por meios online, como freelancers e profissionais autônomos.

Quer conhecer a realidade deles sem as fantasias e romantismo que as redes sociais pregam? Baixe agora o e-book Partiu Mundo: histórias e conselhos dos principais nômades digitais brasileiros.

Uma dica: você vai se apaixonar assim mesmo.

Guest post produzido pela equipe da Comunidade Rock Content.

Nosso site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação.