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#SejaGeek: Star Wars ensina 7 mantras que todo empreendedor deveria conhecer

#SejaGeek: Star Wars ensina 7 mantras que todo empreendedor deveria conhecer

Como somos apaixonados pelo universo Geek, decidimos relacionar duas das nossas maiores paixões: Empreendedorismo e Star Wars. Parece mágico, não?

Se você é fã de Star Wars, certamente já percebeu alguns ensinamentos que o filme aponta em suas entrelinhas. Como admiradores desse universo e amantes do empreendedorismo, pontuamos algumas lições valiosas que os filmes da série nos ensinam e que podem ser muito úteis para aqueles que decidem abrir um negócio próprio. Leia e aprenda com cada uma delas:

1. Aceite a derrota e vá se preparar melhor para enfrentar os desafios que precisam ser enfrentados.

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No momento final de O Império Contra-ataca, Luke está derrotado, teve a mão cortada pelo seu principal inimigo que revelou-se seu pai. Neste momento ele é resgatado e retorna para finalizar o seu treinamento. Não muito diferente de seu pai, no Episódio III – A Vingança dos Sith, onde Obi-Wan, num golpe preciso, cortou um braço de Anakin e suas duas pernas e o deixou às margens de um rio de lava.

Uma derrota pode ser uma meta muito difícil que não conseguiu alcançar após muita dedicação, talvez uma decisão ruim que causou consequências para seu negócio ou mesmo a falta de experiência que lhe impediu de executar uma ideia.

Não há vergonha em ser derrotado. Este é o momento de voltar para si mesmo, aprimorar seus pontos fortes, trabalhar os fracos, para estar melhor preparado ao enfrentar os problemas da sua carreira. A lição é: perder não é o problema. O problema é perder e não se preparar para vencer em uma oportunidade futura.

Lembre-se: Anakin Skywalker foi escravo durante toda sua infância, perdeu sua mãe, sua mulher, seus filhos, as pernas, um braço e teve mais de 90% do corpo queimado por lava, mas, ainda assim, ele acabou por conquistar toda a galáxia.

2. Nunca é tarde para mudar

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O Stormtrooper FN-2187 foi criado e educado para ser um soldado da Primeira Ordem. Isso não impediu que, depois de uma batalha, ele percebesse que aquilo não era para ele e tratar de arrumar uma forma de fugir. É então que nasce o Finn de O Despertar da Força.

E, claro que não podemos deixar de citar o contrabandista mais querido de toda a saga: Han Solo, capitão da Millennium Falcon. Um homem oportunista, egoísta e incapaz de incorporar um grupo que acabou integrando e virando um forte pilar da Aliança Rebelde por intermédio de Obi-Wan e Luke e claro, a Princesa Leia Organa.

Trabalhar com o que não gostamos é a melhor forma de morrer em vida. Se você trabalha com algo que não tem nenhum prazer em fazer, trate isso como temporário e busque uma forma de viver do que gosta. Nós não estamos dizendo que fazer o que gosta é acordar todos os dias vibrando para ir trabalhar. Nem o Finn parecia estar tão certo que lutar do lado da luz era a melhor pedida. Muito menos Han Solo queria arriscar sua pele por pessoas que ele não conhecia ou até mesmo não se importava. Eles também tiveram dúvidas. Basta que a motivação esteja lá. A motivação do Finn era salvar a Rey (que, cá entre nós, nunca precisou ser salva) e a de Han Solo era conquistar a admiração da Princesa mais adorada da Aliança Rebelde. E a sua motivação? Qual é?

3. “Sempre passe para frente aquilo que aprendeu”

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Antes de morrer em O Retorno de Jedi, mestre Yoda deixa uma série de ensinamentos para Luke Skywalker. Mas, possivelmente, o mais relevante deles esteja nas suas últimas palavras. Não exatamente as últimas, que foram: “existe outro Skywalker”, se referindo à Leia, mas: “Always pass on what you have learned” (Sempre passe para frente aquilo que aprendeu).

Um dos principais legados dos grandes líderes ou dos grandes especialistas é o seu conhecimento. E, muito ao contrário do que a maioria pensa, não é reter toda a informação que faz dessa pessoa alguém essencial, mas a sua capacidade de passar para a frente aquilo que aprendeu. Somos todos seres finitos e falhos, agregar à organização ou à vida de outras pessoas os nossos conhecimentos faz com que eles se tornem eternos. Se até Yoda, aos 900 anos, pode treinar um (não tão) jovem Padawan, você também pode.   

4.“Faça ou não faça, não existe tentativa”

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Um dos grandes momentos do treinamento de Luke Skywalker, no episódio V, O Império Contra Ataca, Yoda diz a Luke que use a força para flutuar a nave que está mergulhada no pântano. Ao ouvir a resposta de Luke – “OK, eu vou tentar” – Yoda diz: “Do or do not, there is no try” (Faça ou não faça, não existe tentativa).

A melhor desculpa que nos permitimos para falharmos é dizer que iremos tentar. Ao dizer que iremos tentar, estamos nos antecipando para a possibilidade de falhar. Falhas acontecem, mas nunca podemos partir do pressuposto do erro para tentar acertar. O ponto de partida sempre deve ser “eu vou conseguir”. Se não conseguir, volte ao #1.  

5. “A habilidade de falar não te torna inteligente”

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Jar Jar Binks… Tentemos falar de Jar Jar Binks sem cairmos na armadilha da paixão de fã. Quando Jar Jar é apresentado ao público em Episódio I, ele é salvo por Qui Gon Jin, depois de quase matar ambos. Qui Gon então se irrita, soltando essa frase que beira a maldade: “The ability to speak does not make you intelligent” (A habilidade de falar não te torna inteligente).

Mas é uma grande dica para o mercado de trabalho. Simplesmente por sermos capazes de nos expressarmos, não quer dizer que devemos fazer isso o tempo todo. No trabalho é frequentemente mais importante que você saiba quando se calar do que quando se expressar. Os momentos de silêncio dizem mais sobre a sua personalidade do que quando você sai tagarelando por aí.  

6. Até os grandes gênios cometem erros

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Eu poderia me referir aqui à escolha de Qui Gon por Anakin Skywalker como aprendiz. Ou até mesmo o maior pupilo do Luke Skywalker, Ben Solo (a.k.a. Kylo Ren). Mas não é disso que vamos falar. Essa dica não veio de um dos filmes, veio da experiência de George Lucas. Ele foi o gênio por trás da paixão de milhões e milhões de fãs de Star Wars. Culturas diferentes, línguas distintas, e entre todas essas pessoas, o amor pela história dos Skywalker e tudo que os cerca. Apesar de ter criado duas das franquias mais rentáveis da história do cinema, George Lucas também teve seus problemas ao desenvolver a história anterior à transformação de Anakin Skywalker em Darth Vader, isto sem mencionar a tentativa frustrada de implementar um personagem cômico para a  história, o Jar Jar Binks, que ainda têm a aversão de diversos fãs da saga. Se até Lucas errou, você também pode. Não se massacre por isso.

7. Colocar a culpa nos outros não vai fazer o seu plano funcionar

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Nós perdemos a conta de quantos almirantes, capitães ou líderes em geral do Império Darth Vader mata na trilogia original. Quando percebe que algo não saiu como ele esperava, Vader trata de trocar o comandante, executando o antecessor.

Essa é a solução da mediocridade. O problema nunca esteve em quem eram os líderes do Império, mas no próprio Vader. Eram os filhos dele que ele não conseguia encontrar, dominar ou controlar. Por mais que pareça a saída ideal, ao liderar pessoas, evite a sedução em colocar a culpa nos outros. Pergunte-se se o problema não estava o tempo todo em você.

Em Star Wars existe uma gama de informações valiosas que podem ser aplicadas em nossas vidas e, principalmente, nos negócios. Desde a estratégia de abordagem e criação de conceitos até mesmo a forma com que são encaradas as batalhas, seja lidando com as derrotas, seja comemorando uma pequena vitória de cada vez. E claro, também ensina a ser perseverante e ter os melhores valores como base e bem definidos para que seja difícil se perder no decorrer de uma missão.

Jamais desistir de um ideal, por mais que pareça ser loucura aos olhos dos espectadores. Ter coragem. Assumir riscos. Já diria o velho Ben Kenobi: “Eu sugiro que tente novamente. Só que desta vez, se liberte de seu auto-consciente e aja por instinto”.

Lembre-se dessas lições ao longo de sua jornada empreendedora e certifique-se de aprender com os erros e acertos de quem já passou por um caminho desafiador.

Texto escrito por dois apaixonados por Star Wars: Bruna Rodrigues e Alexandre Abramo

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