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O que é vídeo marketing?

O que é vídeo marketing?

Veja se é realmente interessante usar vídeos para divulgar seu negócio.

Não é raro ver o tema tratado como uma estratégia à parte, mas qualquer vídeo em marketing digital, marketing de conteúdo, anúncio ou em um funil de vendas é vídeo marketing. Simples assim.

Então, se você ainda não conhece esses termos, clique nos links acima para estudar um pouco sobre cada assunto e também sobre marketing em geral. Assim, ficará mais claro para entender como os vídeos podem se encaixar em seu planejamento.

Para quem já tem familiaridade com os tópicos mencionados, aqui, vamos explorar um pouco as possibilidades gerais do uso de vídeo, para que você entenda melhor o que significa utilizá-los em suas estratégias de marketing.

Além disso, apresentaremos algumas opções de plataformas para anúncios.

Esperamos que, com este post, também fique claro que vídeo sozinho não resolve problema e nem sempre é a melhor opção, apesar de todo o alarde em volta desse formato.

Por que os vídeos são tão importantes?

Essa atenção especial ao assunto é consequência da importância que essa mídia vem ganhando.

Além do YouTube, os vídeos inundaram plataformas e redes inicialmente focadas em outras mídias, como Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp e Linkedin.

Isso não é surpresa se considerarmos a evolução tecnológica dos últimos 10 anos.

É cada vez mais fácil produzir e consumir vídeos. Filmar, editar e acessar esse tipo de conteúdo a partir de um celular se tornou uma realidade corriqueira.

Com vídeo, é possível transmitir muita informação não só através da própria filmagem, mas fazendo uso de áudio, música, letterings e animações, por exemplo.

Com tantos estímulos, fica mais fácil atrair a atenção do espectador e, consequentemente, engajá-lo.

Além disso, como somos humanos, nada mais natural do que interpretar entonações de fala, expressões faciais e corporais. A personalidade de quem apresenta o vídeo fica muito mais evidente.

As imagens em movimento também trazem, além das informações textuais, uma infinidade de outros sinais que comunicam ao espectador, que vão desde o modo de se vestir ao cenário apresentado.

Não é a toa que muito se fala em como até o fim do próximo ano, 80% do tráfego na web será composto por vídeos – mesmo que essa informação leve a interpretações um pouco equivocadas, já que arquivos de vídeo (principalmente de alta resolução) são muito mais pesados que imagens estáticas ou textos e, assim, exigem mais banda.

Então, isso não significa que até lá estaremos consumindo vídeos em 80% do tempo. Mas, de qualquer forma, eles estarão cada vez mais presentes.

Então, devo focar apenas em vídeo marketing?

Afinal, com tantas vantagens e cada vez mais presença online, os vídeos devem ser priorizados em suas estratégias de comunicação?

Você deve correr para investir em uma câmera melhor?

É uma boa ideia deixar seu blog de lado e focar em YouTube?

Bem, não é por aí.

Por um lado, se você não fizer vídeos, estará sim perdendo inúmeras possibilidades.

Não vamos entrar em detalhes, pois se você se interessa pelo mercado digital, mesmo que esteja só começando, com certeza consome muitos vídeos diariamente e já sabe do poder dos webinários, videoaulas, vídeos de venda, anúncios em vídeos, vlogs etc.

O que muita gente não percebe é que no marketing a mensagem, o momento e o local onde ela é inserida é ainda o que faz toda a diferença. Não importa se falamos de vídeo, texto, áudio, imagem estática ou comunicação presencial.

Ou seja, seu vídeo marketing não vai adiantar de nada se não houver um propósito claro, se não estiver focado no público certo e se não apresentar um bom texto – mais especificamente uma boa copy e conteúdo (roteiro) – , mesmo que seja um vídeo extremamente bem produzido, com imagens lindas e ótima apresentação.

Por que não usar vídeos o tempo inteiro?

O texto tradicional não está sendo substituído pelo vídeo, mas sim, cada vez mais incorporado e adaptado.

Vale mencionar também que, dependendo do tipo de comunicação e do comportamento do usuário, vídeos podem até gerar uma péssima usabilidade, pois apesar da fama de facilitar o consumo de informação, essa característica depende muito de como e onde ele é apresentado.

Por exemplo:

Imagine que seu site de notícias preferido passasse a substituir a maioria das reportagens escritas por vídeos.

Com certeza seria muito incômodo não ter mais a opção de apenas correr o olho pelas matérias e decidir qual consumir com atenção.

Ou imagine que a maior parte do conteúdo de uma página que você curte no Linkedin ou Facebook também resolvesse priorizar totalmente os vídeos.

Dependendo da duração dos conteúdos, garanto que isso também poderia ser um entrave, já que para assistir a vídeos precisamos de maior velocidade de internet e, às vezes, de um momento e local específico, caso o conteúdo dependa de áudio.

E é pelo mesmo motivo que usualmente o vídeo de vendas em uma página não aparece logo no topo dela.

Pode ser uma melhor estratégia deixar o leitor correr o olho pelas informações gerais primeiro, para se situar e tomar suas decisões, clicando em algum botão ou rolando mais a página.

Depois dessas ações, você saberá que o usuário estará mais propenso a focar totalmente sua atenção. Aí, nesse momento, o vídeo terá muito mais chances de ser bem sucedido ao reter essa pessoa.

Outro motivo para não apostar todas suas fichas apenas em vídeos e continuar trabalhando bem outras mídias é que, quando se fala em SEO (otimização para motores de busca), vídeos ainda levam desvantagem quando comparados à texto, principalmente posts de blog.

A busca do Google funciona muito melhor e de maneira mais específica para conteúdos escritos do que em vídeos.

Por mais que haja uma integração com o YouTube e mesmo que esta plataforma tenha melhorado bastante nesse quesito, apostando em tags, descrições, legendas, títulos e, principalmente, na capacidade de interpretação do algoritmo, os texto ainda rankeiam melhor.

Que tipo de vídeos eu devo criar?

Agora que está mais clara a importância do texto para o sucesso de um vídeo marketing, dá pra entender porque em grande parte das vezes você não precisa se preocupar tanto com a qualidade de produção, mais especificamente em relação às imagens.

Não que isso não faça diferença, afinal, quanto mais bem trabalhado seu vídeo, maiores chances de torná-lo atrativo (inclusive, temos um post sobre isso).

O ponto é que uma das grandes diferenças entre vídeo na internet em comparação à TV ou cinema é que, na web, um formato mais despretensioso tem seu lugar e pode até simplificar o processo, permitindo que mais vídeos sejam criados em um período curto de tempo.

Em alguns casos, a simplicidade de produção até transmite melhor uma certa autenticidade e espontaneidade.

Por exemplo:

Se você acompanha canais de YouTube de influenciadores ou marcas, talvez já tenha percebido que nem sempre os mais bem sucedidos possuem a melhor produção de imagens.

Porém, como tudo o que é relacionado à marketing, isso vai depender do público e de uma variedade de fatores, como o suporte da mídia.

Assim, um vlog de YouTube pode até ter uma atmosfera amadora, mas um vídeo de vendas de um produto caro, muito provavelmente não.

Com essas informações, teste formatos, estilos, proporções e sempre analise as métricas que as plataformas podem te dar.

Você pode fazer vídeos educacionais curtos (pílulas) ou videoaulas longas, além de lives, bastidores, entrevistas e vídeos explicativos – motion graphics e infográficos animados são ótimos para explicar conceitos complexos.

Ao mapear todas as possíveis opções, fica claro que fazer vídeos, mesmo que de modo simples, demanda tempo, certo?

Então, uma boa dica é tentar criar um calendário de gravações e filmar vários vídeos de uma vez, para depois editá-los aos poucos.

Outra tática ótima para melhor tirar proveito de seu tempo e gerar uma infinidade de subprodutos é pensar em um vídeo de duração mais longa e conteúdo mais denso. Pode ser uma entrevista ou um “aulão”, por exemplo.

Com esse material base, você pode retirar o áudio e criar um podcast, destacar frases e fazer postagens em estilo citações (em texto ou imagem) e, principalmente, pode separar pequenos trechos para Instagram e outras redes.

É possível fazer anúncios com vídeos?

Apesar de tantas possibilidades que surgiram nos últimos anos, principalmente no marketing de conteúdo, os anúncios tradicionais (ads) estão mais vivos do que nunca.

Youtube, Facebook e Instagram, todos esses possuem várias opções para levar sua mensagem ao público certo.

Para falar um pouco sobre esse assunto, vamos focar no YouTube, que te dá basicamente 3 opções:

1. Anúncios True View

São aqueles anúncios padrões do YouTube. Você só paga se o usuário interagir com o vídeo – por exemplo, clicando em um CTA – e também quando o usuário assiste a mais de 30 segundos ou ao vídeo inteiro.

Esses anúncios podem aparecer junto a resultados de buscas e em meio a vídeos relacionados (Discovery ads).

Há também a opção de exibi-los antes do começo de um vídeo (In-Stream Ads). Nesse caso, o usuário pode ter a opção de pular o anúncio após 5 segundos.

2. Preroll Ads

São os anúncios que o usuário não pode pular.

Podem ser colocados antes do vídeo, no meio deles (caso o vídeo tenha mais de 10 minutos) ou ao final.

A duração desses anúncios vai de 15 a 20 segundos.

3. Bumpers

Esses são aqueles anúncios curtinhos, de 6 segundos, que rodam antes de um vídeo. Não podem ser pulados pelo usuário.

O Facebook (juntamente com o Instagram) também permite várias opções, como gifs e vídeos curtos, vídeos verticais, anúncios no Stories do Instagram, Carrousel, Canvas, Collection, Live, 360, In-stream e In-stream on Audience Network.

Ou seja, praticamente qualquer tipo de postagem que você consegue fazer usualmente no Facebook pode ser utilizada como anúncio, basta acessar o Facebook para Empresas.

Esperamos que com essas informações você já tenha uma boa base para tirar proveito dos vídeos no marketing.

Se você ainda não tinha começado a usar essa estratégia e quer iniciar agora, não deixe de conferir nosso post com 5 dicas para melhorar sua produção de vídeo investindo certo.

 

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