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O que é SPAM e como evitar esta prática prejudicial

O que é SPAM e como evitar esta prática prejudicial

Você sabe o que é SPAM? Entenda por que você não deve cultivar essa técnica de enviar mensagens não solicitadas para um grande número de pessoas.

Quem nunca recebeu um e-mail com técnicas para enriquecer, ofertas de remédios diversos ou promessas milagrosas? São os famosos SPAM, uma prática maliciosa e que pode prejudicar a sua estratégia de marketing digital.

Mas se engana quem pensa que esse conceito é algo recente. Antes mesmo de ser conhecida como SPAM, a prática de enviar conteúdos não desejados e em excesso para as pessoas já era recorrente, mesmo sem internet. Panfletos de propagandas recebidos na rua, cartas de correntes nas caixas de correios e ligações telefônicas sobre algum produto eram exemplos de SPAM.

A grande diferença é que entrar em contato com o público por meio de cartas, panfletos e ligações exigia um investimento de tempo e dinheiro considerável. Com a internet, por outro lado, é possível usar essa prática gastando pouco ou praticamente nada e quase instantaneamente.

Porém, enviar mensagens não solicitadas não é uma prática recomendável. Mas você sabe o motivo? Existe algum jeito de não receber esses conteúdos e impedir que seus e-mails sejam marcados como SPAM?

Neste post, vamos explicar o que é SPAM e como ele deve ser evitado. Vamos nessa?

O que é SPAM

SPAM (Sending and Posting Advertisement in Mass, na sigla em inglês) são mensagens eletrônicas não solicitadas enviadas para uma grande quantidade de pessoas. Ou seja, é o ato de enviar e postar publicidade em massa.

Geralmente, a propaganda é o tipo de SPAM mais conhecido e o jeito mais comum de enviá-los. Mas engana-se quem pensa que essa prática acontece apenas no meio comercial.

Mensagens com correntes que induzem o usuário a repassá-la para outras pessoas, boatos, lendas urbanas, programas maliciosos que furtam dados pessoas ou financeiros, golpe e pornografia também são consideradas SPAM.

E por que essa prática é tão ruim, afinal?

O maior problema é que essas mensagens indesejadas acabam atrapalhando o relacionamento entre consumidor e marca

Basta lembrar de todas as propagandas de produtos que não te interessam que você recebeu por e-mail e que agora se acumulam na lixeira. É bastante incômodo, não é mesmo?

O SPAM gera um grande problema para o usuário. Quando ele recebe muitas mensagens de e-mail não solicitadas de alguma marca, além de deixar a caixa de entrada lotada, pode fazer com que ele tenha uma visão negativa da empresa.

Apesar de hoje já existirem ferramentas antispam que desviam esses conteúdos da caixa de entrada, algumas mensagens podem ser confundidas com SPAM. Com isso, é possível que o remetente não consiga visualizar informações importantes que ficaram escondidas entre tantas propagandas.

Por isso é tão importante evitar a prática de SPAM em qualquer canal de comunicação para oferecer uma boa experiência ao usuário.

Porém, o e-mail não é o único meio no qual essa prática ocorre:

SPAM no e-mail marketing

Existe uma linha bastante tênue separando o que é SPAM e o que é e-mail marketing.

Isso acontece porque ambos os tipos de mensagem possuem objetivo comercial. Entretanto, uma mesma mensagem pode ser considerada SPAM por uma pessoa que não solicitou seu recebimento e um e-mail normal por outra.

Quando um usuário recebe e-mails não solicitados de uma empresa, pode marcar a mensagem como SPAM. Quando isso acontece, aumentam as chances de o servidor da companhia ser incluído em uma lista negra (blacklist).

Sempre que um e-mail desse servidor é enviado, é imediatamente marcado como SPAM, já que as listas negras costumam ser compartilhadas entre os provedores de e-mail.

Por isso, é sempre importante enviar e-mail marketing apenas para quem solicitou.

SPAM em blogs

Com certeza você já deve ter visto comentários irrelevantes e aparentemente aleatórios em blogs e fóruns de discussão. Essa prática tem como objetivo atrair tráfego de maneira fácil e rápida, porém constitui SPAM.

Felizmente, o SPAM em blogs vem perdendo espaço, já que hoje em dia a tag nofollow inserida nesses espaços indica aos motores de busca que links em comentários não devem ser indexados.

SPAM em redes sociais

O compartilhamento de conteúdos indesejados também está presente nas redes sociais. O SPAM aparece em comentários, posts em grupos e comunidades, mensagens inbox, perfis falsos, links maliciosos, entre outros.

Muitas vezes, o spammer aproveita o interesse comum dos membros de um grupo para para divulgar produtos e serviços relacionados. Já em comentários de publicações, ele pode postar links irrelevantes.

Hoje em dia, todas as principais redes sociais já permitem denunciar conteúdos e usuários por suspeita de SPAM.

A história do SPAM

Já sabemos que a prática não recomendável do SPAM consiste no envio constante de mensagens. Mas você sabe como ele começou? Ou por que tem esse nome?

Existem diversas histórias sobre o surgimento do SPAM. Porém, o rumor mais aceito pelo conjunto de normas e boas maneiras estabelecidos para reger o bom uso da internet (RFC 2635) envolve uma esquete do grupo humorístico britânico Monty Python.

Alguns dos comediantes foram a um restaurante para encenar um quadro. A cena era composta por um grupo de vikings (representados pelos próprios comediantes) que assistiam a um casal pedir seu jantar naquele estabelecimento.

Durante essa época, uma marca de presunto enlatado picante norte-americano era vendido na Inglaterra, daí o nome SPAM (Spiced Ham). No restaurante onde a cena de comédia foi gravada, esse presunto era serviço em todos os pratos. Então, mesmo que os clientes não pedissem, eles acabavam comendo o produto enlatado.

Ao perceberem isso, os comediantes repetiam diversas vezes a palavra SPAM  referindo-se ao presunto, perturbando e incomodando quem estava ao redor.

Confira a cena:

Já em 1994, dois advogados que participavam de um grupo de discussão para envio de artigos encaminharam uma mensagem automática sobre loteria para diversos fóruns. Porém, a mensagem não era relacionada aos tópicos dos grupos.

Isso causou muito espanto entre os membros dos fóruns. Afinal, as mensagens enviadas ao mesmo tempo comprometeram o desempenho do site. Você pode, inclusive, conferir as mensagens clicando aqui.

Durante as calorosas discussões sobre a péssima atitude dos advogados, algumas pessoas acabaram se lembrando da cena do Monty Python. Então, logo a perturbação causada pelas mensagens de loteria foi ligada ao incômodo gerado pela repetição da palavra SPAM no restaurante.

Por isso, a partir de então, tudo o que era enviado em grande quantidade, mas sem consentimento do destinatário, passou a ser chamado de SPAM.

Como identificar o SPAM

Reconhecer que uma mensagem é um SPAM pode ser bastante difícil para algumas pessoas. É por isso que muitos provedores e fabricantes de software e hardware oferecem serviços de prevenção e proteção contra essa prática.

Conhecidos como antispam, essas ferramentas têm como função barrar mensagens inadequadas. Porém, apesar da eficiência, às vezes podem classificar mensagens legítimas como falsas.

Por isso, é necessário verificar periodicamente a caixa de SPAM para ter certeza de que nenhuma informação importante foi acidentalmente importada para lá.

Mas além disso, é possível levar em conta algumas características que podem ser um alerta de SPAM. Por isso, evite abrir:

  1. Mensagens de um remetente que você não conhece e para quem não passou suas informações pessoais de contato.
  2. E-mails que você não esperava receber, principalmente com assuntos não relacionados aos seus interesses.
  3. Ofertas de produtos que operam milagres em poucos dias, como remédios para emagrecimento instantâneo.
  4. Propagandas com vantagens excessivas.
  5. Notícias sensacionalistas que pedem para ser compartilhadas, como teorias da conspiração ou correntes.
  6. Newsletter de algum site que você nunca visitou.
  7. E-mails com títulos confusos, que parecem estabelecer uma conversa com você. Por exemplo: “Olá, lembra de mim?”
  8. Mensagens com links para que você clique caso queira ganhar algum brinde.
  9. Textos com avisos de que aquela mensagem não é um SPAM. Afinal, e-mails legítimos não precisam dizer que são falsos.

Impactos causados pelo SPAM

Além de ser inconveniente para o usuário receber várias mensagens que ele não deseja, existem outros problemas causados pelo SPAM que precisam ser levados em consideração:

1. Desperdício de tempo

Todas as vezes que recebe uma mensagem não solicitada, o usuário gasta parte de seu tempo deletando SPAMs.

2. Diminuição da produtividade

Pessoas que usam o e-mail como ferramenta de trabalho gastam mais tempo para chegar às mensagens importantes por causa da quantidade de e-mails inadequados. Além disso, há o risco de clicar em algum link malicioso e corromper dados importantes do computador.

3. Não recebimento de e-mails importantes ou com arquivos anexos

Se a caixa postal estiver cheia de SPAMs, é possível que o usuário não receba alguns e-mails, principalmente aqueles maiores e que precisam de espaço para serem recebidos.

4. Fraudes financeiras

Algumas mensagens possuem links que instalam programas de fraudes nos computadores ou induzem pessoas a preencherem dados em sites clonados de instituições financeiras.

5. Perda de mensagens

Por causa do grande número de SPAMs, é possível deletar mensagens que eram importantes, esquecer de ler algum e-mail urgente e, assim, demorar mais tempo para responder.

6. Receber conteúdo inadequado

Há várias mensagens impróprias ou ofensivas enviadas para listas aleatórias de e-mails. Por isso, é possível que você receba conteúdos que não condizem com suas crenças, valores e interesses.

Como evitar o SPAM

Às vezes, pode parecer impossível evitar o recebimento de SPAMs. Felizmente, existem algumas precauções que podem te ajudar a se proteger desse tipo de conteúdo:

1. Mantenha seu antivírus sempre atualizado

É importante que você tenha um antivírus em seu computador que possa bloquear possíveis ataques aos seus dados pessoais. Porém, apenas ter essa ferramenta instalada não fará com que suas informações estejam protegidas de fato.

Por isso, atualize o software de proteção sempre que necessário. Além disso, use o antivírus periodicamente e faça com que isso se torne comum tanto em seu computador corporativo quando o de uso doméstico.

É importante instalar esse tipo de ferramenta também no celular. Afinal, é comum usarmos esses dispositivos para acessar a internet.

Caso você note comportamentos incomuns em seu computador ou smartphone, lembre-se de que fazer o rastreamento de vírus. E se os problemas persistirem, é necessário reinstalar todo o sistema operacional.

2. Não informe seus dados pessoais

Dados como endereço de e-mail e informações bancárias são muito confidenciais. Por isso, você não deve informá-las em páginas suspeitas.Códigos maliciosos enviados para seu e-mail podem ser capazes de transformar seu sistema em um servidor para os envios de SPAM.

Geralmente não é tão simples saber se o seu computador está infectado. A maioria das pessoas só descobrem quando a máquina começa a ficar muito lenta ou há problemas de conexão.

Já com as informações bancárias, o perigo está nas transações não autorizadas que podem ser realizadas. Quando isso ocorre, o usuário pode sofrer prejuízos financeiros muito grandes, como transferência de algum valor alto, pagamentos de contas de terceiros ou compras não realizadas pelo usuário.

3. Evite compartilhar correntes

Não compartilhe mensagens duvidosas. Geralmente, elas são usadas para capturar endereços de e-mail e utilizá-los para enviar SPAM sem o consentimento do usuário.

Além disso, várias histórias contadas em correntes são falsas. Por isso, certifique-se da veracidade da informação para não compartilhar conteúdos incorretos.

4. Use ferramentas antispam

O antispam é fundamental porque ele direciona as mensagens suspeitas para uma pasta de SPAM fora da sua caixa de entrada. Então, mesmo que você não tenha essa ferramenta instalada em seu computador, procure usar os recursos oferecidos por provedores de acesso.

5. Separe seus e-mails por categoria

Se for possível, tente ter mais de um e-mail e separe-os por categoria. Você pode, por exemplo, ter uma conta para assinatura de listas e recebimento de promoções. Assim, você consegue evitar que certos SPAMs cheguei ao seu e-mail pessoal ou comercial.

6. Não acredite em todas as promoçõe

Evite clicar em pop-ups e botões que direcionam para brindes extraordinários. É sempre importante conferir primeiro se os brindes são mesmo reais e se o site que os ofereceu é confiável.

Várias instituições já têm em suas páginas informações que confirmam ou não o envio de brindes, promoções e descontos. Por isso, lembre-se de analisar todas as mensagens que você receber antes de clicar em tudo o que aparece na internet.

Como não praticar SPAM

Caso você tenha um negócio online, não deve utilizar essa prática. Quando você envia mensagens não solicitadas, os usuários que as receberam podem denunciar sua página.

Um exemplo disso é o que ocorre no Facebook. Páginas denunciadas na plataforma podem ser suspensas e até excluídas do serviço.

Além disso, enviar e-mails para quem não conhece seus serviços e produtos pode fazer com que as pessoas percam o interesse em conhecer sua marca.

Mas será que é possível divulgar um produto na internet sem fazer SPAM?

O e-mail marketing é a prova de que você pode fazer isso. Porém, são necessárias algumas dicas de boa conduta online antes mesmo de criar seu e-mail comercial.

Veja só:

1. Só envie e-mails para quem tem interesse

Como explicamos, muitos usuários sinalizam como SPAM as mensagens que recebem sem seu consentimento. Afinal, ninguém gosta de conteúdos não desejados lotando a caixa de entrada.

Por isso, procure enviar e-mails apenas para pessoas que demonstrarem interesse real em receber seus conteúdos e ofertas.

Pergunte primeiro se o usuário tem interesse em fazer parte de sua lista de contatos para receber conteúdos, ofertas e comunicados.

Uma forma de fazer isso é oferecer formulários de cadastro de e-mail nos canais da sua marca, como site e blog. Dessa maneira, se alguém se interessar em seus conteúdos, basta se cadastrar.

Além de evitar que seu servidor de e-mails seja inserido em alguma blacklist, ainda aumenta o engajamento dos usuários com o conteúdo, já que eles terão escolhido recebê-lo.

2. Envie conteúdos úteis

Não existe nada pior do que você aceitar receber os conteúdos e mensagens de uma marca para, em seguida, ser bombardeado com ofertas aleatórias e nem um pouco relevantes.

Caso você tenha uma lista de e-mails de clientes, certifique-se de que a mensagem que você deseja encaminhar é realmente útil para aquele grupo de pessoas.

Uma maneira de garantir isso é criar fluxos de nutrição e campanhas de e-mail segmentadas, garantindo maiores taxas de abertura e engajamento.

3. Siga as normas de boa conduta da internet

A web não é um terreno sem dono, onde “vale tudo” para chamar a atenção e conquistar o consumidor. Pelo contrário. Existem diversas regras de comportamento e conduta online que você precisa seguir para evitar que sua comunicação seja confundida com SPAM.

Um exemplo é preencher adequadamente o campo “assunto” do e-mail. Assim, você descreve com sinceridade o que está enviando para o usuário e ele terá a opção de não abrir a mensagem caso não se interesse pelo tema.

4. Nunca compre listas de e-mail

Quem está começando no mundo do marketing digital pode se ver tentado a comprar listas de e-mails

Afinal, dessa forma é possível ter acesso a dezenas de milhares de endereços sem todo o trabalho de capturar um por um. E no meio de tanta gente, a chance de alguém se interessar pelo seu negócio é grande, certo?

ERRADO!

Comprar listas de e-mail é uma das piores práticas digitais e pode contribuir para que suas mensagens sejam marcadas como SPAM pelos usuários.

E existem vários motivos para isso:

  • Os destinatários são pessoas aleatórias, que não conhecem sua marca e não demonstraram interesse em seus produtos;
  • Essas listas podem conter endereços falsos ou antigos, diminuindo a taxa de entregabilidade dos e-mails;
  • Ao perceberem que estão recebendo mensagens não solicitadas, muitas pessoas podem marcar seus conteúdos como SPAM.

Portanto, embora dê muito mais trabalho, criar uma lista de e-mail aos poucos, com endereços de pessoas reais e que realmente se interessam pelo seu negócio, sempre será a melhor opção.

5. Evite propagandas enganosas

Você já ouviu falar de clickbait, ou caça-cliques? É uma prática bastante prejudicial que consiste em usar títulos ou chamadas sensacionalistas ou milagrosos para atrair o clique dos usuários.

São aqueles e-mails do tipo “você não vai acreditar no que aconteceu” e que não deixam explícito do que se trata a mensagem, a menos que usuário clique em algum link.

Como a grande maioria desses conteúdos costuma ser fraudulento ou malicioso, provedores de e-mail desenvolveram sistemas capazes de identificá-los e bloqueá-los automaticamente.

Portanto, se você não quer que seus e-mails sejam sinalizados como SPAM, deixe claro logo de cara o tipo de conteúdo que está enviando. Crie títulos explicativos e sempre entregue no texto tudo o que foi prometido.

6. Higienize sua lista de e-mails

Mesmo que a sua lista de e-mails seja orgânica, é preciso higienizá-la de vez em quando para evitar que suas mensagens sejam confundidas com SPAM. O objetivo é remover os endereços inválidos ou que não são mais relevantes para as campanhas da sua marca.

Quando você envia e-mails constantemente para endereços que não existem ou que estão inativos há muito tempo, os servidores entendem que sua lista de contatos não tem qualidade. Assim, o conteúdo pode ser sinalizado nos filtros antispam.

Além de evitar que suas mensagens sejam confundidas com conteúdo malicioso, a higienização ainda garante que sua lista conterá apenas contatos relevantes e engajados com sua marca.

7. Ofereça um botão de descadastramento

Ao contrário de outros canais de comunicação que invadem a privacidade do usuário, o e-mail marketing tem como grande diferencial a possibilidade de enviar conteúdos apenas para quem realmente está interessado em recebê-los.

Assim, quando um usuário decide compartilhar seu endereço de e-mail ao ver uma oferta, está sinalizando que tem interesse em seus materiais.

Porém, em algum momento ele pode perder o interesse ou simplesmente resolver que não quer mais ler seus conteúdos.

Por isso, é importante oferecer um botão de descadastramento visível em suas mensagens para que as pessoas que não estão mais interessadas possam parar de receber seus e-mails.

É muito melhor ter uma assinatura cancelada do que ter seu e-mail marcado como SPAM por um usuário que se sente incomodado com o conteúdo ou a frequência de envio.

8. Não faça o primeiro contato por e-mail

Muitas empresas acabam usando o e-mail como canal para estabelecer o primeiro contato com possíveis clientes, prática conhecida como cold mailing. Entretanto, não é recomendável agir assim.

Embora o usuário possa simplesmente ignorar sua mensagem. ao notar um e-mail não solicitado na caixa de entrada, ele pode se sentir incomodado e sinalizar o conteúdo como SPAM.

Dessa forma, espere ele fornecer os dados de contato para só depois encaminhar as mensagens que ele queira receber. Fazendo isso, você garante mais engajamento em suas campanhas de e-mail marketing.

Como deu para perceber, o SPAM é uma prática bastante prejudicial para qualquer estratégia de e-mail marketing. Além de ser incômodo receber esse tipo de mensagem, ainda é péssimo para a reputação e engajamento de uma marca.

Para evitar que seus e-mails caiam nos filtros de antispam, é importante agir de acordo com as boas práticas da internet, mantendo contato apenas com usuários que estejam realmente interessados em seus conteúdos.

Seguindo nossas dicas, você evita o envio de SPAM e ainda garante taxas mais altas de engajamento e abertura de suas mensagens.

Mas não pare por aí. Confira nossas 9 dicas para criar fluxos de e-mail efetivos para seu negócio e aprenda a direcionar os conteúdos para as pessoas certas!

Este post foi originalmente publicado em maio de 2017 e atualizado para conter informações mais completas.

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